William Bonner estava de folga do Jornal Nacional (Foto: Reprodução)

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O telejornal teve sua abertura por outro jornalista que falou sobre demissões do presidente

O Jornal Nacional desta terça-feira (30), foi aberto por Flávio Fachel, um dos jornalistas substitutos de William Bonner. Aparentemente, o editor-chefe e a âncora Renata Vasconcellos tiraram o dia de folga. O telejornal iniciou falando sobre a confusão no Palácio do Planalto, confirmando novas demissões de Bolsonaro.

Desde o início da semana o presidente tem feito mudanças em alguns cargos políticos, por expressar insatisfação com algumas ideologias. Flávio Rachel começou falando sobre o movimento que foi criado por alguns comandantes para se solidarizar com a saída do ministro da defesa, Fernando Azevedo e Silva.

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SUBSTITUTO

“Os chefes das forças armadas decidiram colocar os cargos à disposição em solidariedade ao ex-ministro da defesa Fernando Azevedo Silva. Mas o presidente Jair Bolsonaro se antecipou ao movimento e determinou as trocas nos comandos do exército da marinha e da aeronáutica”, começou o jornalista.

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Flavio Rachel (Foto: Reprodução)

Flavio Rachel (Foto: Reprodução)

Em seguida, uma reportagem sobre o caso foi exibida. “A demissão do Ministro da defesa ainda na tarde de ontem levou à várias reuniões no exército, marinha e aeronáutica. Nas forças armadas os comandantes tinham uma preocupação: Reforçar a mensagem pública de Azevedo e Silva do papel das forças armadas como instituições de estado”, começou a matéria.

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INSATISFAÇÃO

“Por trás da demissão de Azevedo e Silva, estaria uma insatisfação do presidente Jair Bolsonaro com o comandante do exército Edson Pujol. Pujol sempre foi rígido na defesa de que o exército não deve e não pode fazer declarações políticas nem de apoio e nem de críticas à governos. E que militares da ativa não devem entrar na política, o que desagrada o presidente”, explicou o Jornal Nacional, mostrando o motivo das demissões.

Ainda no telejornal noturno, foi afirmado que a informação de que os comandantes do exército, da marinha e da aeronáutica iriam deixar o cargo chegou aos ouvidos de Jair Bolsonaro, e ele decidiu se antecipar ao movimento, realizando as demissões antes, numa tentativa de mostrar autoridade depois que os comandantes acertaram deixar os cargos.

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