Estadão

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O jatinho do Jornal Nacional, aquele mesmo que deu rasantes com Ernesto Paglia durante a cobertura da eleição presidencial, voltará a decolar do Rio no próximo sábado, agora com destino a Brasília. A bordo, vai William Bonner, a fim de ancorar o noticiário da Globo diretamente da Esplanada, em nome da posse da presidente eleita Dilma Rousseff.

Será o primeiro voo do JN no Ar como quadro fixo do telejornal. Devidamente patrocinado pelo Bradesco, que durante a cobertura eleitoral desembolsou coisa de R$ 10 milhões para estampar a cauda da aeronave, o jatinho promete levar câmeras, equipamentos de transmissão, repórteres e, eventualmente, de acordo com a gravidade do assunto, os próprios titulares da bancada do Jornal Nacional ao encontro de fatos relevantes, no Brasil – e agora também no exterior.

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Para setembro de 2011, por exemplo, o JN no Ar já tem check in reservado para Nova York, onde será amplamente lembrada a primeira década dos atentados terroristas às Torres Gêmeas.

O avião do JN levantará voo ao menos uma vez por semana em busca do factual – tomando episódios de 2010 como assuntos que mereceriam um embarque, podemos citar o terremoto no Haiti, o resgate dos mineiros no Chile ou as grandes tragédias provocadas pela chuva em Santa Catarina, Pernambuco e Alagoas.

E, a cada três meses, o avião terá a missão de voar por uma semana inteira para uma investigação previamente definida sobre temas de relevância para os brasileiros, como educação, saúde ou segurança.

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