Se surpreenda com o Jornal da Globo que confirma notícia do Banco Central que cai como bomba para quem usa cartão de crédito

E o famoso Jornal da Globo, conhecido e querido por todos que acompanham sua programação e informativos, confirma notícia do Banco Central e cai como bomba para quem usa cartão de crédito.

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O famoso “Jornal da Globo”, já consagrado como um dos principais e mais prestigiados jornais do país, levando sempre as principais notícias do país e do tudo para todos os brasileiros, confirma notícia na última quarta-feira (28), do Banco Central, que cai como bomba para quem usa cartão de crédito todos os meses.

Segundo as informações divulgas pelo portal “g1”, do Jornal da Globo, a taxa média de juros cobrada pelos bancos nas operações com cartão de crédito rotativo subiu de 447,3% ao ano, em abril, para 455,1% ao ano em maio, segundo dados do Banco Central.

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Para quem não sabe, o crédito rotativo do cartão de crédito é acionado quando se parcela a fatura dos cartões e quando se paga o valor total na data do vencimento, e é a linha de crédito mais cara do mercado.

Ainda segundo as informações, esse é o maior patamar em seis anos, desde março de 2017, quando a taxa estava em 490% ao ano, e por isso, a recomendação dada por especialistas, é de que os clientes bancários paguem todo o valor da fatura mensalmente e evitem essa linha de crédito.

Mesmo sendo a linha de crédito mais cara do mercado, as suas concessões para pessoas físicas registraram crescimento em 2022, batendo recorde. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, chegou até a afirmar, em abril deste ano, que vai negociar com as instituições financeiras uma redução da taxa de juros cobrada nas operações com o cartão de crédito rotativo.

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, informou que a redução do juro do cartão de crédito rotativo está sendo discutida com representantes da Federação Brasileira de Bancos, a Febraban.

Quantas pessoas estão endividadas no Brasil?

Segundo dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, a CNC, o endividamento dos brasileiros alcançou o maior nível histórico já registrado, cerca de 77,9% da população.