Jornal Nacional exibiu reportagem especial sobre escândalo com Bolsonaro

Quem assistiu ao Jornal Nacional desta sexta-feira, 3 de março, deve ter notado a ausência de William Bonner e Renata Vasconcellos. Os jornalistas titulares se ausentaram do noticiário da Globo e coube e Ana Paula Araújo e Helter Duarte levar as informações para milhões de brasileiros.

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Uma das mais chocantes abordadas no Jornal Nacional foi um escândalo envolvendo Jair Bolsonaro. “O Jornal Estado de São Paulo revela que o governo Bolsonaro tentou trazer ilegalmente para o Brasil joias no valor de R$ 16,5 milhões”, disparou Ana Paula Araújo, âncora da Globo.

“As peças estavam em uma mochila de um assessor do então ministro das minas e energia e seriam um presente do governo Saudita para Michelle Bolsonaro. O ex-presidente tentou reaver colar e brincos em quatro ocasiões”, completou o jornalista Helter Duarte durante a escalada.

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Aliás, o assunto a respeito do escândalo envolvendo Jair Bolsonaro foi o principal destaque do Jornal Nacional. Tanto que a equipe de jornalismo da Globo dedicou uma longa reportagem para tratar do assunto em todos os mínimos detalhes. A matéria que foi levada ao ar no canal teve cinco minutos.

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Jair Bolsonaro voltou a ser notícia no Jornal Nacional (Reprodução - Agência Brasil)

Jair Bolsonaro voltou a ser notícia no Jornal Nacional (Reprodução – Agência Brasil)

NOTÍCIA CHOCANTE

Nesta quinta-feira, dia 2, William Bonner e Ana Paula Araújo comandaram mais uma edição do Jornal Nacional, na Globo.

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Desta vez, o noticiário reservou um dos blocos para expor um assunto importante: a violência contra mulheres no Brasil. Novos dados foram divulgados e parte do público mostrou revolta nas redes sociais.

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Segundo William Bonner, no Jornal Nacional, a média de mulheres agredidas é de 35 por minuto no país, um dado chocante ao público. Uma delas, que já registrou ocorrência contra o marido, conversou com o noticiário, sem se identificar.

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“A gente fica codependente de um narcisista e a gente fica refém de um cárcere. Hoje, eu estou sentido que eu posso sair desse cárcere privado”, revelou a moça, que foi ameaçada, inclusive, de morte pelo ex-companheiro.

Em 2021, pelo menos 24,1% das mulheres entrevistadas por uma pesquisa do Fórum Brasileiro de Segurança Pública revelaram já terem sido vítimas de violência. Em 2022, esse número cresceu para 28,9%.