Falência e rombo de 250 milhões: A confirmação do Jornal Nacional sobre FIM de companhia aérea no Brasil

Logo do Jornal Nacional e Aviação Itapemerim (Reprodução - Internet)
Uma empresa gigante faliu e a notícia foi dada pelo Jornal Nacional
O Jornal Nacional usou um espaço de seu jornalístico para entregar a falência de uma das maiores empresas que já foi instalada no Brasil.
Grupo Itapemirim, que foi fundado em 1953 e chegou a ser considerado a maior empresa de transporte rodoviário da América Latina, afinal, foi muito utilizado pelos brasileiros que costumam viajar pelos estados do país.
todo seu sucesso não foi suficiente para manter a empresa em andamento. No ano de 2016, o Grupo Itapemirim entrou com um pedido de recuperação judicial, afinal, como dito acima, as dívidas ultrapassam o valor de R$200 milhões e mais de R$2 bilhões de reais em despesas com impostos e previdência, segundo o Jornal Nacional.
6 anos depois, no dia 21 de setembro de 2022, o juiz João de Oliveira Rodrigues, da 1° Vara de Recuperação Judicial de São Paulo, decretou a falência da empresa de transporte rodoviário.
Ainda segundo o Jornal Nacional, o juiz também não disponibilizou os bens de Sidnei Piva de Jesus, que era o dono da empresa, pois, segundo ele, Piva Consulting, outra companhia dele, teria gerado uma confusão patrimonial, ou seja, teria misturados os rendimentos das duas pessoas jurídicas.
“Ficam advertidos os sócios e administradores, ainda, que para salvaguardar os interesses das partes envolvidas e verificado indício de crime previsto na Lei n. 11.101/205, poderão ter prisão preventiva decretada”, disso o juiz, João Oliveira Rodrigues, da 1° Vara de Recuperação Judicial de São Paulo.
Inclusive, em fevereiro deste ano, Sidnei Piva foi obrigado a usar tornozeleira eletrônica e teve seu passaporte apreendido.

Vários ônibus do Grupo Itapemirim na rodoviária (Foto: Reprodução/ Internet)
NASCIMENTO DA ITAPEMIRIM
O Grupo Itapemirim foi fundado por Camilo Cola e depois foi vendida por R$ 1 milhão para Sidnei Piva de Jesus, já em processo de recuperação judicial.
Vale destacar que em 2021, a companhia tentou oferecer transporte aéreo, mas a operação durou apenas seis meses.

Avião do Grupo Itapemirim (Foto: Reprodução/ Internet)