Jornal Nacional tem mudança histórica após declarar guerra, público é pego de surpresa e avisa: “Chega!”

William Bonner e Renata Vasconcellos ocupam o principal posto jornalístico da Globo (Foto: Divulgação)

William Bonner e Renata Vasconcellos ocupam o principal posto jornalístico da emissora dos Marinho (Foto: Divulgação / TV Globo)
O noticiário do horário nobre pegou seus telespectadores de surpresa com uma mudança inesperada e criou uma grande repercussão
Nesta quinta-feira, dia 18, o Jornal Nacional teve uma mudança nada convencional aos olhos do público. Dedicado aos principais assuntos políticos, o noticiário, que tem William Bonner e Renata Vasconcellos como lideres, não apresentou a previsão do tempo.
Além disso, o telejornal ainda ganhou um bloco a mais para mostrar as polêmicas envolvendo o atual governo de Jair Bolsonaro – como, por exemplo, a demissão escandalosa de Abraham Weintraub do Ministério da Educação e a tão esperada prisão de Fabrício Queiroz.
Por causa disso, os apoiadores mais extremistas do político declararam guerra ao principal veículo de comunicação da emissora dos Marinho. William Bonner e Renata Vasconcellos, como já era de se esperar, viraram os principais alvos dessa turma, sendo impedidos até visitar espaços públicos, como foi revelado pelo âncora em uma recente entrevista.
No entanto, apesar de toda essa confusão, teve gente colocando como prioridade a previsão do tempo, que acabou fazendo falta. “Chega! Não aguento mais as tramoias do Bolsonaro, quero saber se vai chover amanhã ou não”, disparou uma telespectadora pelo Twitter.
Vale ressaltar que, no início da semana, Anne Lotterman também não apresentou seu quadro no folhetim. Em contrapartida, parte do público tem pedido pelo fim de Fina Estampa para que “caiba” tudo no Jornal Nacional.

William Bonner e Renata Vasconcellos, os âncoras do Jornal Nacional, foram apontados como “inimigos” de Jair Bolsonaro (Foto: Divulgação / TV Globo)
William Bonner vai para cima de rival ao vivo
O dono da bancada e parceiro de Renata Vasconcellos usou um tom bastante irônico para noticiar a demissão de Abraham Weintraub do Ministério da Educação, o que acabou chamando atenção. “Ele cai depois de 14 meses entre erros de português e ataques aos outros poderes”, disparou o âncora, ironizando a eficiência do economista.