Nessa guerra política que o país vive atualmente, muitas pessoas tem procurado o culpado de toda e qualquer forma, e nem jornalistas estão seguros de possíveis ataques e retaliações.
É até comum um jornalista pedir para sair de uma empresa por não concordar com a abordagem que a mesma prefere fazer dos fatos, ou até mesmo para tentar novos projetos, mas ser demitido por “ameaçar” xingar a esposa de um presidente de um dos mais fortes grupos de comunicação do país é novidade.
O jornalista Gil Felisberto, da Editora Abril, foi demitido recentemente após se indignar com a postura xenofóbica (aversão a determinados povos, ou regiões, no caso) de Cristina Partel, mulher do presidente da editora; a demissão ocorreu um dia após o “protesto” do jornalista. Sua saída foi justificade pela empresa por “uma reestruturação interna”. Confira os prints:



