Foto: Reprodução

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O conteúdo pornográfico na TV paga aqui no Brasil tem um acesso muito fácil, e isso fez com que o jornalista norte-americano Anderson Cooper, um dos principais âncoras do canal de notícias CNN, ficasse espantado com tudo isso, em sua recente vinda ao país.

Ele, que tem uma casa na Bahia, falou sobre a experiência durante os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, quando trouxe seus sobrinhos, que têm entre 4 e 13 anos. “Eu não tinha TV em casa e peguei uma para as crianças assistirem [aos Jogos]”, explicou o âncora.

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“Os canais 220, 221, 223 tinham transmissão da Olímpiada. Depois vinham canais religiosos, com pastores, padres e freiras falando. E, tipo, cinco canais depois apareciam quatro canais de pornô explícito”, disse Cooper, sem divulgar qual operadora de TV assinou.

“Eu ficava incrivelmente ansioso sentado no sofá e observando as crianças mudarem de canal. O assustador era que o guia de programação surgia na tela antes da imagem com nomes como Anal Aventura ou Obrigado, Orgasmo”, relatou o jornalista no programa.

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“Caso você não conseguisse desligar a tempo, você poderia dizer: ‘Crianças, isto é o que chamam de luta greco-romana'”, brincou ele.

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