Jornalista da Globo se entrega ao vício da maconha e verdade é revelada: "Todos os dias"

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

12/10/2019 às 20:04 · Tempo de leitura: 3 minutos

Um jornalista famoso da Globo se entregou ao vício na maconha (Foto: Reprodução)

Um jornalista famoso da Globo se entregou ao vício na maconha (Foto: Reprodução)

Um famoso jornalista do Jornal da Globo resolveu se entregar ao vício na maconha e a frequência assustadora de uso da erva foi revelada

Jornalista famoso por sua coluna no Jornal da Globo e também com um programa na GloboNews, o também produtor musical Nelson Motta fez uma revelação surpreendente sobre sua vida pessoal. Aos 74 anos, ele concedeu entrevista ao jornal O Globo em que revelou que um dos segredos para se manter na ativa é o uso diário de maconha, droga ilícita no Brasil.

“Tenho uma memória incrível, não sei por quê. Fumo maconha todos os dias, há 55 anos. Talvez seja por ter começado tarde, ali com uns 20 anos. Dizem que quando se começa cedo é que afeta os neurônios. Meu pai falava que eu era a prova viva desse mito. É bom preservar isso, né ? À medida que as pessoas vão envelhecendo, o HD vai enchendo”, disparou o jornalista, que pretende fazer uma festa discreta no dia 29 para comemorar a chegada dos 75.

“Estou vendo com gratidão, serenidade e esperança. Nos 70, fiz uma festa grande, mas aquele foi o pior ano da minha vida. Perdi meu pai e, três meses depois, a minha mãe, além do meu maior amigo desde criança, o Dom Pepe. Mas também ganhei vários prêmios. Quero comemorar produzindo. É a melhor forma de agradecer a Deus e aos meus Orixás por tudo o que recebi”, revelou Nelson Motta.

O jornalista Nelson Motta (Foto: Leonardo Aversa)

O jornalista também contou como tem lidado com o tempo. “O meu tempo não é cronológico. É lógico, medido pela intensidade. Namoro uma mulher há dois anos e falo para ela que parece que a gente tem dez de casados. Eu moro no Rio, e ela em Brasília. Nos encontramos em fins de semana e viagens. Mas é uma intensidade que vale muito mais do que dois anos de cotidiano chato e tedioso. É sempre lua de mel”, disse ele.

O jornalista ainda falou sobre o documentário que prepara sobre os ícones da música brasileira, Tom Jobim e Elis Regina. “Não posso falar muito, mas o Roberto (Oliveira) tem 16 horas de filmagens da gravação em Los Angeles, em 1973. Um material inédito e todo restaurado. Estamos construindo o roteiro”, revelou ele.

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