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Estela (Juliana Caldas) em "O Outro Lado do Paraíso"
(Foto: Globo/Raquel Cunha)
A atriz Juliana Caldas, que estará na próxima novela das 21h da Rede Globo, "O Outro Lado do Paraíso", relatou o preconceito sofrido por ter nanismo.
"As pessoas veem o anão como o coitadinho ou para trabalhar com o humor pejorativo. Acham que a gente é incapaz. Quando entrega um currículo, eles aceitam porque são obrigados, porque é lei. Não porque acham que você é capaz. Já passei por situações em que a criança ria de mim e o pai ainda ria junto", disse ela em entrevista ao Purepeople.
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Ainda na conversa, Juliana relembrou que já foi impedida de comprar um ingresso para show: "Eu já passei por uma situação em que fui comprar um ingresso para um show em São Paulo na área de deficientes porque, por lei, eu tenho acesso. O nanismo é considerado uma deficiência. A atendente não quis deixar de jeito nenhum. Ela falava: 'Não, só para deficientes'. O meu pai e o meu irmão também são anões. Tem vários tipos que dificultam a vida da pessoa. Temos muitos problemas de coluna, respiratório. O preconceito é uma falta de informação".
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A artista criticou ainda a mobilidade urbana do Rio de Janeiro. "O Rio de Janeiro ainda peca muito nisso. Entrar no ônibus, no banco... Usar orelhão era impossível", disparou.
Aloizio Júnior ingressou na faculdade de Direito, mas é encantado por Medicina e hoje em dia é um vestibulando. Falar sobre TV sempre foi um hobby e faz isso desde 2008. Atento sobre todas as novidades no mundo da TV, entrou para a equipe do TV Foco em agosto de 2012.