Caso Juliana Marins: Companhia aérea tenta não por corpo no bagageiro e alega absurdo
Família de Juliana Marins denuncia descaso da Emirates e cobra urgência no traslado do corpo da jovem, morta em trilha na Indonésia. Luto
Os últimos momentos de Juliana Marins - Montagem
O que aconteceu com Juliana Marins?
Juliana Marins, publicitária de 26 anos, morreu após cair cerca de 300 metros durante uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia. A tragédia comoveu o Brasil e gerou uma forte mobilização nas redes sociais e na imprensa.
Por que o corpo de Juliana ainda não voltou ao Brasil?
A família afirma que enfrenta dificuldades com a Emirates, companhia aérea responsável pelo translado. Mesmo com o voo previamente confirmado, a empresa teria se recusado a embarcar o corpo, alegando falta de espaço no bagageiro do avião. O impasse tem gerado revolta e comoção pública.
O que diz a família de Juliana Marins?
Os familiares acusam a empresa aérea de descaso e desrespeito. Segundo eles, além do sofrimento da perda, estão sendo obrigados a lidar com uma longa espera e a falta de sensibilidade diante da situação. Em redes sociais, clamam por urgência e respeito: “Só queremos que ela volte para casa”.
Quem está ajudando no traslado do corpo?
A prefeitura de Niterói assumiu os custos da repatriação, após a tentativa inicial de ajuda por parte de pessoas influentes. Mesmo assim, o processo segue travado pela negativa da companhia aérea.
Qual é a causa da morte?
Juliana sofreu diversas fraturas e hemorragia interna, o que indica morte instantânea após o acidente. A trilha que ela percorria é considerada perigosa, com trechos escorregadios e pouco sinalizados.
O que a situação revela?
O caso expõe a vulnerabilidade de brasileiros em viagens internacionais e os desafios enfrentados por famílias para repatriar corpos em tragédias fora do país. Além disso, levanta discussões sobre a responsabilidade de companhias aéreas e a necessidade de maior apoio consular.
Além da espera angustiante, o sentimento da família é de que a vida de Juliana está sendo tratada como um número, e não como uma história interrompida de forma trágica. Amigos próximos relatam que ela estava realizando o sonho de conhecer a Ásia, vivendo uma fase de descobertas e liberdade
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