Juliano Cazarré, após ser detonado por polêmica, quebra o silêncio e rebate críticas: "Está faltando homem e sobrando moleque"

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

04/11/2019 às 14:55 · Tempo de leitura: 3 minutos

Juliano Cazarré foi assunto por conta da religião (Foto: Reprodução/ Instagram)

Juliano Cazarré (Reprodução/Instagram)

Juliano Cazarré quebrou o silêncio e rebateu as críticas após sua postagem sobre masculinidade

Juliano Cazarré virou assunto ao falar sobre masculinidade em seu perfil nas redes sociais. Pai de três, o ator falou sobre a importância da figura masculina e o papel do homem como provedor. “A masculinidade é uma construção social. Só que não! Prover e proteger: a masculinidade faz do mundo um lugar mais seguro. Ps1: Quem tem um pai legal sabe. Ps2: Esse gorila é mais cavalheiro do que muito homem por aí. Dorme com esse barulho”, postou.

A publicação repercutiu e Cazarré virou alvo de críticos por seu posicionamento. Com isso, ele quebrou o silêncio e fez nova postagem para rebater os comentários. “Fiz um post de um gorila protegendo sua família e me chamaram de machista, fascista e taxidermista. Uma turma começou a me atacar e o bagulho foi parar na internet e no Twitter. Ouvi dizer que até o Fefito falou mal de mim no Morning Show. (Depois fui ver o vídeo e tudo que ele fala sobre o grande número de mães que criam filhos sozinhas apenas corrobora o que eu disse. Está faltando homem e sobrando moleque). Imediatamente apareceram milhares de pessoas com bom senso mandando comentários de apoio. Meu número de seguidores aumentou. Isso só prova que muitas pessoas concordam e estão ansiosas em ouvir o óbvio. Homens: cuidem de suas famílias. Obrigado, gorila. Grande dia”.

Nos comentários da nova publicação, uma enxurrada de comentários positivos e de acordo com a publicação. “É isso mesmo, Juliano. Siga em frente protegendo e amando a sua família!”, comentou um. “Fui ler e concordo com metade. Provisão e proteção tem o bebê ali – carregado nas costas da mãe, quando alimentado no seu seio, aninhado em seu colo. Proteção e provisão não são capacidades do masculino, mas do vínculo”, ponderou outro.

Juliano Cazarré rebateu críticas (Reprodução/Instagram)

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