Juliano Cazarré é detonado na Globo ao dizer que mulheres mat@m mais que homens e dar fake news ao vivo

Juliano Cazarré anunciou nas redes sociais o seu novo projeto, o curso presencial “O Farol e a Forja”, e rapidamente se tornou alvo de críticas.

13/05/2026 às 21:50 · Tempo de leitura: 6 minutos

Juliano Cazarré e logo da GloboNews (Foto: Reprodução / GloboNews)

Juliano Cazarré está no centro de uma polêmica após declaração ao vivo na Globo

Juliano Cazarré anunciou nas redes sociais o seu novo projeto, o curso presencial “O Farol e a Forja”, e rapidamente se tornou alvo de críticas de diversos famosos, inclusive de colegas da Globo.

Divulgado como o “maior encontro de homens do Brasil”, o evento tem como objetivo debater liderança, paternidade e espiritualidade cristã.

Com o lema de que “o mundo precisa de homens que assumam seu papel”. A palestra está agendada para os dias 24 até 26 de julho, em São Paulo.

AFINAL, JULIANO CAZARRÉ É CRITICADO POR EVENTO PARA ENALTECER OS HOMENS?

De acordo com a proposta, o objetivo é ajudar o homem a entender melhor a si mesmo e ao contexto em que vive.

O projeto faz uma crítica ao que Juliano Cazarré encara como um enfraquecimento da figura masculina na sociedade atual.

No entanto, o lançamento do projeto provocou uma onda de repercussão negativa nas redes sociais.

Vários comentários destacam que a ideia desconsidera problemas graves como a violência contra a mulheres e pode reforçar visões machistas na sociedade.

No ‘centro dos holofotes’, Juliano Cazarré participou do programa GloboNews Debate, onde gerou um verdadeiro climão ao vivo.

Durante o bate-papo sobre os altos índices de letalidade no Brasil, o famoso apresentou dados controversos ao dizer que mais homens são mortos por mulheres do que o contrário.

Juliano Cazarré (Foto: Reprodução / Instagram)

ATOR É DETONADO NA GLOBO?

Esse momento causou intervenções da apresentadora Julia Duailibi e dos especialistas presentes.

A torta de climão teve início quando o artista tentou argumentar que o Brasil é um país violento de forma generalizada contra todas as faixas e gêneros.

Para dar embasamento em sua análise, o ator citou, sem definir um período, que 2.500 homens teriam sido mortos por companheiras, em comparação a 1.500 mulheres assassinadas por homens.

A jornalista Julia Duailibi rebateu na hora a generalização, destacando que a violência nacional “não mata democraticamente”, atingindo recortes próprios da sociedade com muito mais força.

A psicanalista Vera Iaconelli ficou espantada com o relato do ator. Por outro lado, foi o consultor em equidade de gênero, Ismael dos Anjos, quem precisou fazer uma correção importante na TV.

Julia Duailibi (Foto: Reprodução / GloboNews)

ESPALHOU FAKE NEWS AO VIVO?

Sendo assim, ele evidenciou que o número de 1.500 mortes citado por Juliano se refere aos casos registrados como feminicídio, e não ao montante total de mulheres mortas no país em determinado período.

“Feminicídio é um crime específico, que é quando uma mulher morre por ser mulher… Porque ela não aceitou uma separação, porque esse marido quer controle sobre o corpo dela”, explicou Ismael dos Anjos.

No calor do debate, o ator que estará em Por Você, próxima novela das 19h da Globo, ainda questionou se os conhecidos “crimes passionais”, muitas vezes motivados por ciúmes, se enquadrariam na lei do feminicídio.

Mais uma vez, o consultor de gênero precisou intervir no quesitonamento do ator, dizendo que a sociedade e a Justiça não devem mais romantizar assassinatos.

“Crime passional não é uma coisa que a gente usa mais, porque se é paixão, não deveria ser crime”, concluiu o especialista.

Juliano Cazarré (Foto: Reprodução / GloboNews)

Por fim, confira mais notícias sobre os famosos clicando aqui.

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