O irmão de Sandy acaba dando declaração e revelando sobre boatos de sua sexualidade
Junior Lima, atualmente com 42 anos, acabou falando abertamente sobre como lida com os rumores sobre sua sexualidade que o acompanham desde a adolescência. O músico, que é casado desde 2014 com a designer Monica Benini e pai de dois filhos, afirmou que os boatos de que seria homossexual não o incomodam mais e que, para ele, isso não é uma ofensa.
Ele explicou que os questionamentos surgiam por ser um homem envolvido com arte, música e dança, além de ter crescido cercado por mulheres, o que era visto negativamente em um contexto machista.
Hoje, Junior encara os comentários com tranquilidade, mencionando que prefere ser associado a esses boatos do que ao estereótipo de “macho alfa” ou “machão agro”.
O cantor destacou que algumas pessoas ainda tentam usar sua suposta orientação sexual como forma de ataque, algo que ele vê como um reflexo de uma mentalidade preconceituosa. “Aliás, eu acho até bom. Assim: eu prefiro ser confundido com gay, por exemplo, que eu tenho zero preconceito, do que com um machão agro alfa que, para mim, eu acho mais zoado”, disse.
A afirmação foi realizada em entrevista ao Alt Tablet. Durante a conversa, Junior também apontou que ainda existem muitas pessoas com a cabeça fechada e que “ao mesmo tempo que cresceu um movimento de desconstrução dos homens, também cresceu a resistência”.
“As pessoas ainda são muito preconceituosas com essas coisas. Existe uma galera que tem a cabeça muito fechada ainda para isso e, ao mesmo tempo, cresceu o movimento de desconstrução dos homens”, comentou Junior no programa Alt Tabet.
Júnior Lima se ofende com os boatos sobre sua sexualidade?
E ele em seguida garantiu que não se ofende com esses comentários: “É um assunto que me ofende zero. Quando adolescente, me pegava. Por mais que eu ignorasse e não tratasse desse assunto publicamente, eu cresci em uma fase que ainda existia muito preconceito e eu também tinha um lado mais ‘reaça’ dos anos 90”, recordou. “Com o tempo fui entendendo que se me pegava, eu estava preocupado com isso. Enfim, foi um processo de desconstrução”
“A partir do momento que eu me casei, isso foi diminuindo cada vez mais e foi tendo cada vez menos importância. Vai mudar o que na minha vida? Hoje em dia, muda zero. Aliás, acho até bom. Prefiro ser confundido com gay, que eu tenho zero preconceito, do que com um machão agro e alfa, que acho zoado”, concluiu o artista.
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