Roberto Kovalick paralisa às pressas edição do Hora 1 com notícia devastadora de morte e deixa Brasil em luto

E a edição do Hora 1, jornalístico da Globo, que foi ao ar no dia 09 de fevereiro, foi paralisada pelo âncora Roberto Kovalick, às pressas, com uma notícia devastadora a respeito da morte de um jovem de apenas 22 anos, cuja qual deixou o Brasil devastado.

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A vítima,  Jefferson de Araújo Costa, de 22 anos, morreu após ser baleado à queima-roupa por um policial militar, no dia 08 de fevereiro, na Avenida Brasil, altura do Complexo da Maré, na Zona Norte.

A região foi palco de uma operação devido a um roubo de um caminhão cegonha com carros de luxo, que foi levado para a comunidade Nova Holanda. Outras duas pessoas foram baleadas.

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Kovalick iniciou a notícia informando a respeito da prisão do autor do crime: “A polícia prendeu, agora à noite, o PM suspeito de atirar  e matar um jovem de 22 anos à queima roupa, no Rio de Janeiro”

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Barbárie

Ainda de acordo com informações da edição, a vítima participava de um protesto de moradores contra a atuação policial na Maré. O par de chinelos e o boné de Jefferson foram deixados no local onde ele foi baleado ao lado de uma poça de sangue.

Agentes da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foram até o local para realizar a perícia. Os policiais isolaram a área, tiraram fotos de marcas de tiros e do sangue e coletaram informações de familiares e amigos da vítima.

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Segundo a Polícia Militar o cabo, cuja identidade é Eduardo Gomes dos Reis, pertencente ao 22º batalhão da Maré, foi detido por homicídio culposo, quando não há intenção de matar.

Também foi informado na ocasião que a investigação seguiu com a corregedoria da Polícia Militar, que informou que a conduta é considerada como crime militar.

Vale mencionar que algumas imagens de vídeo mostraram a abordagem do PM, que fez uso de um fuzil para bater nas costas de Jefferson. Logo em seguida escuta-se o disparo, a gravação também mostra a vítima sangrando e desmaiando na calçada.

Qual foi a justificativa do Policial que atirou em Jefferson de Araújo Costa?

Segundo informações apuradas ainda pelo Hora 1, em depoimento, o policial em questão afirmou em depoimento que chegou a ser agredido pelo rapaz com uma pedra, e ao se defender, acabou disparando contra o mesmo de forma acidental contra o rapaz.

A família ainda informou que o rapaz sofria com uma deficiência mental de grau leve e era dependente de drogas.

Marlene de Araújo Costa, irmã de Jefferson, deu o seguinte depoimento:

“Os policiais jogaram o spray, ele botou a mão no olho e eles vieram já com fuzil atirando na barriga dele, quando eles terminaram de matar o meu irmão, eles riram da nossa cara e nem ajudaram”