Lázaro Ramos expõe cenas quentes de Taís Araújo, comenta sobre nova super produção e detalha: 'Dá desespero'

Lázaro Ramos ao lado de Taís Araújo (Foto: Divulgação)
Diretor do filme ‘Medida Provisória’, Lázaro Ramos dirigiu cenas quentes da esposa Taís Araújo
Lázaro Ramos participou na última segunda-feira (10), do programa Roda Viva, da TV Cultura, onde ele falou sobre carreira, casamento com Taís Araújo e sobre seu mais novo filme, o ‘Medida Provisória’.
Um dos momentos mais engraçados da entrevista com Lázaro Ramos, foi ele comentando sobre as cenas românticas que Taís Araújo interpreta no filme.

Taís Araújo e Alfred Enoch no filme ‘Medida Provisória’, de Lázaro Ramos (Foto: Mariana Vianna)
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“Fiquei morto de ciúmes. Fiquei, mesmo. Geralmente eu não tenho, não sei o que aconteceu, mas eu estava muito envolvido no filme”, disse ele, com direito à reação em tempo real de Tais, que acompanhou a entrevista na bancada do programa.
O filme estreia em todo o Brasil nesta quinta-feira (14), e Lázaro Ramos falou sobre dividir o pessoal do profissional: “Mas é estranho, é esquisito. ‘Beija mais, repete’. Dá desespero quando erra a cena [risos]. Tive que aprender, conversei [com ela], ó que mico!”.
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Na trama, Taís Araújo interpreta a médica Capitu, casada com o advogado Antônio, interpretado pelo ator Alfred Enoch.
INTENÇÃO DO FILME
Medida provisória, dirigido por Lázaro Ramos, é um filme que mostra um futuro distópico, em que o governo brasileiro cria um MP para reparar o passado escravocrata, obrigando a população negra a migrara para a África para voltar as origens.
Lázaro comentou também sobre as mudanças de tema do filme durante os anos até o cenário atual da política brasileira: “Era um filme pra pensar em coisas que não gostaríamos de ver em nosso país, que se tornasse um alerta. O tempo passou, várias coisas aconteceram e o filme se tornou um espelho, com os caminhos políticos que a gente escolheu, as perversidades que aconteceram ao longo do tempo. É muito triste: eu não queria fazer um filme que fosse um espelho, mas que fosse um alerta”.