Todos os restaurantes, com McDonald’s incluído, terão uma proibição em vigor a partir do mês de agosto em vários países

O McDonald’s, assim como qualquer outro restaurante, terá que se adequar a uma nova lei que entrará em vigor a partir de agosto.

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Isso porque estarão proibido de entregarem aos seus clientes um produto muito comum de se ver, principalmente em redes de fast food.

De acordo com o portal ‘O Globo’, a União Europeia determinou a proibição dos sachês como de mostarda, Ketchup, dentre outros. Isso vale para odos os países que a compõem na Europa.

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A medida passa a valer a partir de agosto deste ano de 2026, e os restaurantes, incluindo o McDonald’s, devem entregar os molhos em recipientes de louça ou alumínio.

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A ideia da nova lei é que se tenha a redução do volume do resíduo de plásticos, o que provavelmente aumentará o custo dos estabelecimentos.

Quem se prejudicará com isso são as pessoas que solicitam o lanche para viagem, já que não terão mais os condimentos permitidos.

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Portanto, aquele recipiente lotado de molhos não terá mais função alguma nos restaurantes da Europa, a partir de agosto.

Sachês de molhos ficarão proibidos na Europa (Reprodução: Montagem TV Foco)
Sachês de molhos ficarão proibidos na Europa (Reprodução: Montagem TV Foco)

Quais as alternativas para os restaurantes?

Em alguns restaurantes, como o próprio McDonald’s, já há aquela máquina em que o próprio cliente retira a quantidade que quer do molho.

Essa pode ser uma alternativa aos estabelecimentos, mas que pode representar uma perda de lucro, se as pessoas exagerarem no uso.

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Outra alternativa é deixar os molhos nos próprios frascos que vêm, como já faz alguns fast food, como o Madeiro, por exemplo.

Por fim, comprar os recipientes de louça e ir reabastecendo, sempre colocando a data de fabricação, abertura e validade do produto.

Como fica no Brasil?

O presidente do SindRio, Fernando Blower, em entrevista ao O Globo, garantiu que essa realidade está longe de chegar ao Brasil.

“Temos um segmento forte de pequeno porte, como lanchonetes, food trucks, cantinas onde os sachês são fundamentais na operação. Garantem higiene, segurança alimentar e eficiência operacional“, disse ele.

Além disso, a questão da reciclagem no Brasil está muito mais distante do que a fabricação dos sachês e os pequenos resíduos que são.

“Reciclamos muito pouco no Brasil e esse acúmulo de lixo com sachês é ínfimo, inexpressivo diante de nosso quadro. Não temos que pensar nos sachês, ainda não”, finalizou Fernando Blower.