Fim da gratuidade: Lei do Banco Central crava 3 alertas que trazem cobrança do PIX
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Banco Central define mudanças que afetam o PIX (Foto Reprodução/Montagem/Lennita/Canva/BC/Freepik)
Lei em vigor do Banco Central, crava 3 alertas cruciais que trazem a cobrança do PIX, o método de pagamento mais usado do Brasil
Desde seu lançamento através do Banco Central, em 2020, o PIX se consolida como a ferramenta mais prática e gratuita na hora de efetuar transações no país.
No entanto, rumores sobre uma possível taxação do PIX têm gerado dúvidas entre os usuários, especialmente após a circulação de informações incorretas pelas redes sociais.
Porém, a partir de informações divulgadas pelo Seu Crédito Digital, a equipe especializada em economia do TV Foco, traz 3 importantes alertas a respeito dessa suposta cobrança e o que o Banco Central de fato diz sobre o assunto.
Como funciona o Pix?
Primeiramente, é bom ter ciência de que o Banco Central nunca realizou mudanças nas regras do Pix e que a maioria das operações permanecem isentas de tarifas:
- Na pratica, o Pix permite transferências instantâneas entre contas bancárias, disponíveis 24 horas por dia, inclusive finais de semana e feriados.
- Além disso, os usuários podem configurar limites para as transações, ampliando a segurança contra fraudes.
- Para realizar um Pix, basta que o pagador informe uma chave Pix vinculada à conta do destinatário que pode ser um número de celular, CPF, e-mail ou CNPJ no caso de empresas.
Isenção até para MEIs
Entretanto, o Banco Central definiu leis específicas, cujas quais estão em vigor, para que pessoas físicas e microempreendedores individuais (MEIs) estejam isentos de cobranças em diversas operações com o recurso:
- Envio de recursos: Transferências, compras, e saques até o limite de oito transações mensais são gratuitos para esses usuários.
- Recebimento para transferências pessoais: Não há custos para receber valores sem finalidade comercial.
Essas regras também abrangem operações como saques, com limite de gratuidade de até oito transações por mês, proporcionando facilidade e economia para os usuários.
Mas, em que casos o PIX pode ser cobrado?
Apesar disso, a gratuidade pode chegar ao fim em algumas situações, conforme regulamentado pelo BC.
A autarquia alertou que os bancos e outras instituições financeiras podem aplicar essas cobranças. Confira abaixo os três avisos sobre essas taxas:
1. Uso de canais alternativos: Os bancos podem cobrar uma taxa quando o cliente opta por realizar a transação por canais diferentes do aplicativo ou do internet banking. Esses canais incluem:
- Atendimento telefônico.
- Atendimento presencial em agências bancárias.
- Realização de transações por plataformas como o WhatsApp (caso não sejam integradas ao sistema gratuito).
2. Fins comerciais: Quando o PIX é usado para pagamentos de serviços ou vendas de produtos, as instituições financeiras podem aplicar taxas, mesmo para pessoas físicas.
Essa regra é válida principalmente para empresas que utilizam o PIX como meio de recebimento.
3. Exceder o limite mensal: Alguns bancos impõem limites de transações gratuitas para pessoas físicas. Geralmente, o limite mensal costuma ser de até 30 transações.
No caso das contas de pessoas jurídicas, as instituições podem cobrar em casos de:
- Tarifas por operações de transferência e recebimento de recursos para fins de compra;
- Quando o serviço está associado a atividades complementares para empresas, como integrações com sistemas de gestão.
O papel do Banco Central
O Banco Central, embora não defina valores das tarifas, atua como regulador e provedor da infraestrutura do PIX, estabelecendo limites para evitar abusos tarifários.
Uma das regras impostas pelo BC é que a taxa cobrada pelo Pix para saques e trocos não pode ser superior ao valor de outros serviços de saque oferecidos pela mesma instituição.
Apesar das especulações sobre uma futura taxação geral, o Pix continua sendo uma opção econômica e prática para milhões de brasileiros.
O BC, por sua vez, segue monitorando o sistema e tomando medidas para assegurar a eficiência e a acessibilidade do Pix, garantindo que o serviço continue a beneficiar a população sem comprometer seu orçamento.
Como evitar cobranças no PIX?
Se você quer continuar utilizando o PIX de forma gratuita, considere estas práticas:
- Utilize os canais digitais do banco: Priorize fazer suas transferências pelo aplicativo ou internet banking, evitando o uso de atendimento presencial ou por telefone.
- Fique de olho no número de transações mensais: Se o seu banco oferece PIX gratuito apenas até 30 operações por mês, planeje suas transferências para não ultrapassar esse limite.
- Prefira bancos com menos ou zero taxas: Nem todos os bancos aplicam cobranças. Bancos digitais, por exemplo, geralmente oferecem mais liberdade e isenção de taxas.
- Separe operações pessoais das comerciais: Se você é MEI ou empresário, considere alternativas para receber pagamentos comerciais, como maquininhas de cartão ou contas empresariais específicas.
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Conclusões finais:
- O Banco Central estabeleceu novas regras para o Pix. Transações em aparelhos não cadastrados agora têm limites.
- O Pix continua gratuito para a maioria das operações, mas pode haver cobranças em casos específicos, como saques acima do limite mensal e pagamentos comerciais.
- O Banco Central regulamenta as tarifas, garantindo que sejam justas e transparentes.
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