Todos os motoristas que descumprirem uma regra terão que arcar com uma multa de R$1.400, além de problemas na CNH
Uma lei da CNH está em vigor e traz uma multa para alguns motoristas que não seguirem a regra, com uma multa que pesa no bolso.
Por isso é importante estar atento em todas as normas, para que não corra o risco de tomar um grande prejuízo e até mesmo perder o direito de dirigir.
De acordo com o portal ‘ND Mais’, os motoristas da CNH C, D e E precisam realizar o exame toxicológico na hora de tirar o documento.
Precisam também repetir o exame a cada 2 anos e 6 meses, para comprovar que não estão utilizando drogas ilícitas. Isso é para que as rodovias tenham mais segurança no dia a dia.
Sempre na renovação da carteira de motorista também precisam refazer o exame toxicológico. Isso porque estão a todo momento nas rodovias do país.
Aos motoristas obrigados a realizar o exame durante toda a sua vida de motorista, levam algumas penalidades se não o fizer.
A primeira delas é uma multa no valor de R$1.467,35, além da possibilidade de suspensão do direito de dirigir, mas este em caso de reincidência.

A função do exame toxicológico
A principal função do exame toxicológico é de identificar se há a presença de substâncias psicoativas no organismo do condutor, nos últimos 180 dias.
Até então somente motoristas profissionais precisavam realizar, mas agora com o veto todos os novos condutores tem a obrigação de fazê-lo.
Para realizar o exame, utiliza-se apenas alguns pelos do corpo, sejam eles das pernas, braços ou o próprio cabelo do motorista.
O valor varia de acordo com o laboratório que realizará e pode chegar até R$150, pesando no bolso dos motoristas.
Se o condutor utiliza drogas, pode ser que faça o uso antes de pegar o carro e isso gera maior chances de causar acidentes.
Obrigatoriedade para tirar a primeira CNH
De acordo com o portal ‘G1’, o Congresso retomou em dezembro de 2025 a obrigação de realizar exame toxicológico para tirar a primeira CNH.
Agora ela se abrange para todas as categorias, incluindo A e B, que até então não tinha essa exigência nos últimos anos.
Essa obrigação estava vetada pelo presidente Lula, mas o veto acabou sendo derrubado. Isso resulta em um custo extra de ao menos R$90 para a realização do exame.
