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Desde janeiro, o salário mínimo dos professores ganhou um novo reajuste. O aumento, publicado no Diário Oficial da União, passou a valer aos educadores que trabalham nas redes municipais e estaduais, já repassado às escolas e administrações.
Com isso, a atual base de pagamentos para este grupo ficou fixada na faixa de R$ 4.867,77 por mês, pela Portaria nº 77/2025. Segundo o Ministério da Educação, que definiu o atual piso, a mudança é de 6,27% sobre o ano passado, válida para aqueles que cumprem a jornada de 40 horas semanais.
O aumento já vinha sendo defendido pela atual ministra do Orçamento, Simone Tebet, que está sendo responsável por executar a política econômica do país. No entanto, como os salários dos professores vêm das redes de ensino, cada estado e município precisa oficializar o reajuste pelas próprias normas.
Além de FGTS, férias, horas extras e 13º, como todos os outros trabalhadores CLT, os educadores também têm direito aos benefícios especiais. Entre eles, a gratificação por atividade de docência, que garante alguns pagamentos adicionais ao longo do ano. “As remunerações têm pagamentos por prefeituras e estados a partir de recursos do Fundeb e de complementações da União”, justificou o MEC.
O projeto de valorização da carreira surgiu em 2008. Na época, Lula estava no segundo mandato e Fernando Haddad atuava como ministro da Educação. Este ano, o presidente também anunciou o programa Mais Professores Para o Brasil, que planeja incentivar a formação de novos profissionais da área, trazendo um pagamento mensal para quem quiser investir na atividade.
+ Contudo, veja ainda outras notícias e curiosidades sobre o salário mínimo no atual Governo Lula!
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Lucas Brito é um jornalista que ama conversar sobre tudo, mas em especial sobre música, culturas, teorias e boas histórias. Seu maior objetivo é conseguir se tornar um grande comunicador e ter espaço para tratar de assuntos sociais que considera importantes, além de poder opinar sobre a ficção, como séries e novelas. Email: lucas.brito@otvfoco.com.br