Tudo o que você precisa saber sobre como o reajuste do salário mínimo acaba impactando o FGTS

A título de informação, o salário mínimo nacional para este ano de 2026 acabou sendo reajustado para R$ 1.621,00, conforme estabelecido pelo Decreto nº 12.797/2025.

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Assim, em suma, a política de valorização segue uma fórmula que combina a inflação (INPC) com o crescimento do PIB dos dois anos anteriores. Este novo valor, em vigor desde 1º de janeiro, acaba chegando um aumento de R$ 103,00 em relação ao período anterior. Assim, quando falamos em porcentagem, temos ai 6,79%.

“O salário mínimo é uma questão muito importante. Só o salário mínimo injetará na economia brasileira mais de R$ 80 bilhões no ano”, destacou o titular do Ministério do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho.

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“Não fosse a política de valorização criada pelo presidente Lula lá no seu primeiro mandato, seguido no segundo, seguido pela presidenta Dilma [Rousseff], e interrompida em 2017 até o final de 2022, o salário mínimo valeria hoje a ordem de R$ 823, metade do que vale o salário mínimo hoje. Portanto, é uma política de valorização muito eficiente. É o dobro do que seria se não houvesse o governo do presidente Lula. A renda dos trabalhadores tem crescido durante os nossos governos”, revelou Luiz Marinho.

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Pois bem, assim, você sabia que o aumento do salário mínimo também acaba atingindo o FGTS?

Em suma, o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) acaba sendo um direito trabalhista que assegura uma reserva financeira ao trabalhador em caso de demissão sem justa causa.

Dessa forma, todos precisam saber que o aumento do salário mínimo impacta diretamente o FGTS. Em suma, quando há um reajuste, o valor depositado mensalmente no FGTS também aumenta, resultando em uma reserva maior para o trabalhador ao longo do tempo.

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Os pagamentos do FGTS funcionam da seguinte forma:

  • Trabalhadores CLT: depósito de 8% sobre o salário bruto.
  • ⁠Aprendizes: alíquota reduzida de 2%.
  • ⁠Trabalhadores domésticos: 8% de FGTS mais 3,2% referentes à antecipação da multa rescisória.

O FGTS acaba sendo fundamental por funcionar como uma reserva financeira de emergência. Além disso, também como uma proteção social para o trabalhador celetista, principalmente em casos de demissão sem justa causa.

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