Lei de trânsito mantém regra ativa em 2026 e muda regras dos retrovisores usados pelos motoristas
A lei de trânsito que segue em vigor em 2026 consolida uma regra técnica sobre retrovisores e amplia o impacto direto sobre motoristas em todo o Brasil. A norma busca corrigir falhas históricas de visibilidade e reduzir acidentes causados por pontos cegos.
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Nesse contexto, o Conselho Nacional de Trânsito manteve exigências já previstas em resolução anterior, mas reforçou sua aplicação prática. Assim, veículos novos e modelos ainda em produção precisam cumprir padrões mais rigorosos de campo visual e eficiência.
Além disso, a Resolução Contran 966 de 2022 definiu critérios objetivos para espelhos retrovisores internos e externos. A norma exige ângulos mínimos de visão e determina limites para distorções de imagem.
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Com isso, o órgão pretende alinhar o Brasil a padrões internacionais de segurança viária. Ao mesmo tempo, a regra permite soluções tecnológicas, desde que comprovem eficiência equivalente ou superior aos espelhos tradicionais. Portanto, o foco permanece na visibilidade real do condutor.
A aplicação da regra ocorreu de forma escalonada e evitou impacto imediato no mercado automotivo. Primeiro, a exigência alcançou veículos leves produzidos a partir de 18 de outubro de 2024. Depois, em 18 de outubro de 2025, caminhões, ônibus e veículos de grande porte passaram a seguir o mesmo padrão.
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Dessa forma, fabricantes tiveram prazo para adaptar projetos e linhas de montagem. Enquanto isso, o consumidor passou a receber veículos já adequados.
A lei de trânsito continua em vigor esse ano?
Em 2026, a regra aparece como consolidada e plenamente válida no cotidiano do trânsito. Embora muitos motoristas não percebam mudanças visuais claras, os retrovisores atuais oferecem maior cobertura lateral.
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Assim, áreas antes invisíveis agora entram no campo de visão. Como resultado, manobras simples se tornam mais seguras em vias urbanas e rodovias. Ainda assim, a fiscalização observa atentamente a integridade e a eficiência dos equipamentos.
O Código de Trânsito Brasileiro enquadra retrovisores ausentes ou ineficientes como infração grave. Nesse caso, o agente aplica multa de R$ 195,23 e registra 5 pontos na Carteira Nacional de Habilitação.
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Além disso, a autoridade pode reter o veículo até a regularização. Portanto, o descuido com esse item gera consequências imediatas. Ao mesmo tempo, a regra reforça a ideia de manutenção preventiva.
Por fim, a regra dos retrovisores reforça uma lógica central da legislação de trânsito atual. O foco recai sobre prevenção e redução de riscos. Ao exigir visibilidade mais ampla, o Contran busca diminuir colisões laterais e atropelamentos.
Portanto, motoristas, fabricantes e frotistas precisam se adaptar. A adequação técnica deixa de ser detalhe e passa a integrar a segurança diária no trânsito brasileiro.
