Governo antecipa efeitos da nova Lei Estadual e garante salário mínimo de R$1898 ainda em 2025 antes da virada para 2026
O governo de Santa Catarina confirmou a aplicação do piso regional de 2025 com valores que superam o salário mínimo nacional e afetam diretamente várias categorias profissionais no estado. Além disso, a lei entrou em vigor com efeito retroativo a 1º de janeiro de 2025 e estipulou faixas de R$ 1.730 até R$ 1.978, com destaque para a faixa que define R$ 1.898 como referência salarial para grupos relevantes da economia local.
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Contudo, a publicação ocorreu no Diário Oficial e consolidou um acordo construído entre trabalhadores e empregadores após semanas de negociações intensas.
As informações mostram que o piso catarinense continua funcionando como instrumento de proteção quando convenções coletivas não cobrem determinados setores. Além disso, o reajuste médio de 7,27% surgiu de uma articulação que considerou inflação, custo de vida e necessidades específicas da economia estadual.
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Esse modelo, segundo entidades do setor produtivo, fortalece relações trabalhistas e evita que categorias fiquem expostas a remunerações defasadas diante do cenário econômico atual.
Quais os valores do salário mínimo de Santa Catarina?
- 1ª Faixa (R$ 1.730,00): Trabalhadores da cultura, construção civil, entregadores.
- 2ª Faixa (R$ 1.792,00): Indústria e comunicação.
- 3ª Faixa (R$ 1.898,00): Indústria química, alimentação, cinematográfica, comércio.
- 4ª Faixa (R$ 1.978,00): Metalúrgica, gráfica, borracha, edifícios, saúde, ensino, crédito.
A terceira faixa, que garante R$ 1.898, engloba trabalhadores do comércio e de indústrias alimentícias, entre outros setores que costumam enfrentar forte demanda e carga operacional significativa.
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Entretanto, sindicatos destacam que o valor ainda busca acompanhar o ritmo acelerado de aumento dos custos essenciais. A atualização, embora comemorada, alimenta debates sobre o verdadeiro impacto do piso regional na renda real ao longo do ano.
Assim, a lei estadual preserva a autonomia regional ao definir regras mais sensíveis às particularidades locais. Além disso, o governo reforça que o piso não substitui o mínimo nacional, mas funciona como complemento destinado a proteger categorias que poderiam enfrentar salários muito inferiores caso dependessem apenas da regra federal. Essa estrutura também orienta negociações trabalhistas futuras.
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Por fim, outra consequência direta da medida envolve o fortalecimento do papel dos estados na formulação de políticas de renda. A adoção de pisos regionais amplia a capacidade de resposta diante de realidades sociais próprias e evita dependência integral de regras federais que nem sempre consideram particularidades econômicas locais.
Além disso, o piso de até R$1.978 em 2025 exemplifica esse movimento e pode inspirar outros estados a revisar seus modelos regionais.
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