Nada de apenas R$ 1621, esse será o salário mínimo dessas regiões e novos valores superam e muito o valor pago anualmente para essa lista
Em 2026, o novo salário mínimo em vigor é de R$ 1621 e ele é R$ 103 maior que o valor pago em 2025. Mas, ainda assim, esse valor é inferior aos valores praticados em alguns estados.
Acontece que em alguns locais do país há salário mínimo regional e com isso, há valores específicos para determinada região. No Brasil, estados que tem pisos próprios são:
- São Paulo
- Rio de Janeiro
- Paraná
- Santa Catarina
- Rio Grande do Sul
Qual o salário mínimo nessas regiões?
São Paulo: no estado mais populoso do país, se estabeleceu, em 2025, um novo piso de R$ 1.804,00 a partir de 1º de julho. O valor veio após a aprovação da Lei nº 18.153/2025. Então, muito maior que o nacional.
Rio de Janeiro: está sem atualização desde 2019, mas, é separado por faixas, e a maior chegava a R$ 3.158,96, conforme publicação da época. Mas, os valores não são mais esses em 2026.
Paraná: o maior piso regional do país varia conforme a faixa profissional. E em 2025, o piso mínimo regional estadual variava entre R$ 1.984,16 e R$ 2.275,36. Em resumo, depende da profissão.
Santa Catarina: o salário mínimo regional também é dividido por faixas. No ano passado, os valores ficaram entre R$ 1.730,00 e R$ 1.978,00, dependendo da atividade profissional.
Rio Grande do Sul: também classificado por faixas, os valores variam entre R$ 1.789,04 e R$ 2.267,21. Os valores levam em consideração às diferentes realidades profissionais dentro do estado.
Vale lembrar que por lei, os valores praticados só não podem ser inferiores ao piso federal, fora isso, os estados estão liberados para pagar os valores que consideram justos aos beneficiários.
Alguns estados pagam mais por conta de economia mais aquecida, por exemplo, São Paulo, que detém a maior população do país. Sendo assim, acaba precisando oferecer mais aos trabalhadores.
Quem usa de base o salário mínimo?
Hoje o valor do piso não apenas norteia o valor que as empresas pagam aos seus funcionários, como, também, benefícios do INSS como aposentadorias e auxílios, além de abono e seguro-desemprego.
Dessa maneira, é graças ao piso que as empresas entendem os valores que devem praticar para valorizar bem o seu funcionário e também os órgãos sabem os valores que precisam repassar aos beneficiários.
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