Leila aprova venda de atacante de R$25M no Palmeiras; Veja mais

Leila Pereira decidiu liberar a saída de um atacante avaliado em cerca de R$ 25 milhões do Palmeiras, surpreendendo muita gente na manhã desta quarta-feira, 28 de janeiro. A escolha foi tomada logo no início da temporada e contou com o aval do técnico Abel Ferreira.

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Segundo o portal Vasco.Net, Bruno Rodrigues não faz mais parte dos planos do clube paulista e não deve seguir vestindo a camisa alviverde. A situação ganhou força depois que o jogador participou de uma partida amadora, válida pela final do Campeonato Municipal de Ceará-Mirim, no Rio Grande do Norte, o que causou irritação na diretoria.

Desde então, o atacante não voltou a receber chances com Abel Ferreira e tudo indica que sua saída é apenas questão de tempo. A presidente Leila Pereira pretende negociá-lo com qualquer equipe que apresente interesse.

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Vale lembrar que Bruno Rodrigues retornou recentemente após passar por duas cirurgias no joelho, ficando quase dois anos longe dos gramados. Agora, o Vasco da Gama, de Pedrinho e Fernando Diniz, está acertando a contratação do atacante por empréstimo de uma temporada. Fluminense e Cruzeiro também sondam o jogador.

Lembrando que a janela de transferências abriu no último dia 3 de janeiro, e tem seu encerramento no dia 28 de fevereiro. Ou seja, quase dois meses para contratar e vender jogadores, tanto do Brasil, como do exterior.

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Afinal, o que disse Abel Ferreira sobre vitória no clássico?

Após vencer o São Paulo por 3 a 1, na Arena Barueri, Abel Ferreira disse:

“Olha, cair, aprender. Eu achei que contra o Santos e Mirassol a equipe tinha ido bem. Hoje, a equipe esteve mais aproximada com o que pode ser a equipe do futuro. Esta competição era importante para ver toda a gente, ver os meninos da base. Luis, Larson, Arthur… Ao meio do ano vamos precisar deles. Dar os parabéns. Sei que a derrota é dura, no sub-20 estão chateados. Eles trabalham para isso. É para preparar os jogadores para eu utilizar no profissional”, disse.

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“Treinar bem e competir não é uma escolha, é uma obrigação. E às vezes precisamos levar umas chapadas para entendermos isso. Não podemos fugir das nossas responsabilidades. Jogar a bola para o mato porque é jogo de campeonato, não tocar a bola quando estamos na frente do gol, isso é competir. Fizemos isso hoje. A melhor resposta não é com gesto, e sim com ações dentro de campo. Fizemos isso com um dos nossos rivais. Nossa obrigação é competir sempre para ganhar”, completou.

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