Léo Áquilla revela que deve realizar cirurgia em 2027
Em entrevista ao podcast PodShape, a ativista Léo Áquilla contou que pretende realizar a cirurgia de redesignação sexual após mais de uma década de adiamentos. O procedimento, segundo ela, deve acontecer em 2027.
Durante o bate-papo com Juju Salimeni, a ativista compartilhou detalhes inéditos sobre sua decisão e os desafios enfrentados ao longo desse processo.
Nesta matéria, você encontrará:
- Léo Áquilla confirma planos de cirurgia de afirmação de gênero
- Procedimento foi adiado devido a um problema cardíaco
- Cirurgia deve acontecer em 2027
Léo Áquilla fala sobre condição no coração
Durante a entrevista, Léo Áquilla explicou que a cirurgia estava programada há anos, mas precisou ser cancelada após a descoberta de uma condição cardíaca.
“Não fiz, porque eu tenho um problema no coração que não me permite”, iniciou.
Na época, os riscos associados ao procedimento eram considerados elevados, o que levou a decisão de adiar a operação por segurança.
“Eu fiz todos os tratamentos. Eu ia fazer com o doutor Kamol [Pansritum], lá na Tailândia. Cheguei a pagar. É o melhor lugar, porque eles têm muita experiência, e a estética também é muito bonita, é muito perfeita. Deixa tudo bem bonitinho”, afirmou a famosa.

Retomada de cirurgia
Agora, com o avanço das técnicas cirúrgicas e o controle de sua condição de saúde, a ativista voltou a considerar o procedimento.
De acordo com Léo Áquilla, o acompanhamento médico continuo foi essencial para essa nova etapa.
“Agora é que eu estou retomando, depois de 15 anos, essa história, para ver se eu faço em 2027. Não contei isso para ninguém. Agora a técnica é outra, não é mais tão agressiva como era. Desde que eu descobri esse problema no coração, eu venho fazendo tratamento e acompanhamento; estabilizou”, disse a ativista.
Como funciona a cirurgia e o pós-operatório
A cirurgia de afirmação de gênero envolve anestesia geral e é considerada um procedimento completo, que exige preparação e acompanhamento especializado.
Léo Áquilla fez questão de destacar que, apesar dos avanços, o pós-operatório ainda é desafiador e requer disciplina.
“É uma cirurgia que você vai tomar anestesia geral. Além disso, é muito agressiva. O pós-operatório é punk. A dilatação é muito dolorida, é o que todas as meninas relatam. É o que o médico também relata, porque você tem que ficar dilatando três vezes ao dia, dilatando e enfiando um consolo, porque é um lugar que naturalmente quer fechar”, finalizou a famosa.

Relato sobre vida íntima
Ainda durante a entrevista, a ativista revelou um aspecto importante de sua identidade ao afirmar que se reconhece como uma pessoa assexual.
“Eu sou uma mulher trans, mas eu sou uma pessoa assexual”, iniciou a famosa.
Em seguida, Léo Áquilla explicou que a assexualidade não é única e abrange diferentes vivências.
“Assexual também é um guarda-chuva, porque tem uma variação enorme de assexuais. Porque não é todo mundo igual. Tem o assexual que gosta menos, menos, quase nada de sexo, porque prioriza outras coisas, o amor…”, ressaltou a ativista.
A artista ainda destacou que se identifica como demissexual, uma orientação que faz parte do espectro da assexualidade.
“E tem aquelas pessoas que, assim como eu, tem muito tesão, tem muita vontade. Eu sou furacão, meu amor. Eu tô em erupção a todo momento. Mas eu só consigo fazer sexo se tiver amor. Isso se chama demissexual”, contou.
Léo Áquilla fez desabafo sobre morte de amigo
Nesta terça-feira (08), a ativista também chamou a atenção do público ao lamentar a morte de Carlos Filhar.
“Eu acabei de receber a notícia do falecimento do Carlos. Eu tô devastada, eu não sei nem o que dizer, eu não sei nem o que pensar. Meu Deus…”, iniciou a famosa.
A apresentadora também ressaltou a importância de falar sobre saúde mental e pediu para que os fãs respeitem a família e o ex-companheiro de Carlos, Arthur Borges.
Carlos Filhar morreu nesta terça-feira (07) aos 46 anos. Poucas horas antes, ele havia publicado um desabafo em tom de despedida em seu Instagram.
