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A OMS, por meio da Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC), divulgou uma lista com alimentos e substâncias que oferecem maior risco de desenvolvimento de câncer.
O documento reforça que certos itens presentes no dia a dia de milhões de pessoas estão associados ao surgimento de diferentes tipos da doença, principalmente os relacionados ao sistema digestivo.
Além de destacar os riscos, a OMS também aponta medidas práticas de prevenção, que envolvem a redução do consumo desses alimentos e a adoção de hábitos mais saudáveis, como:
Sendo assim, conforme apurado pelo TV FOCO, e divulgado pelo G1, a seguir veja quais alimentos acabam sendo perigosos e por que repensar seu consumo pode garantir mais saúde.
De acordo com a OMS, o consumo de bebidas alcoólicas está associado a mais de 200 doenças e lesões, incluindo tipos de câncer como o de fígado, mama, intestino, esôfago e boca.
O problema é tão grave que a entidade considera o álcool um dos principais fatores de risco evitáveis para o câncer.
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Isso vale inclusive para o consumo "moderado": mesmo pequenas quantidades podem aumentar o risco.
Presunto, bacon, salsicha, linguiça, salame, mortadela e peito de peru fazem parte da dieta de muitas pessoas, mas a IARC os classificou como cancerígenos do Grupo 1, o mesmo grupo do cigarro e do amianto.
Esses alimentos passam por processos de conservação, como defumação e cura, que produzem compostos químicos potencialmente cancerígenos.
O consumo frequente está diretamente relacionado ao aumento do risco de câncer colorretal (intestino grosso e reto).
Apesar de não estar proibida, a carne vermelha também entrou no radar da IARC, sendo classificada como "possivelmente cancerígena".
O consumo excessivo está associado ao risco de câncer de intestino, principalmente quando preparado em altas temperaturas, como no churrasco ou na grelha.
A recomendação da OMS é limitar o consumo a no máximo 500g de carne vermelha cozida por semana, o que equivale a cerca de 700g a 750g de carne crua.
Popular em refrigerantes "zero", balas e outros produtos dietéticos, o aspartame é um adoçante artificial amplamente utilizado e agora está sendo reavaliado pela IARC.
A expectativa é de que seja oficialmente classificado como "possivelmente cancerígeno" para humanos.
Embora os estudos ainda estejam em andamento, a recomendação é que se tenha cautela no uso contínuo de produtos adoçados com essa substância, especialmente quando há alternativas naturais disponíveis.
Além de evitar os alimentos mencionados, a OMS reforça que adotar um estilo de vida saudável pode reduzir significativamente o risco de desenvolver a doença. Entre as principais orientações estão:
Pesquisas indicam que pessoas que seguem essas recomendações têm até 18% menos risco de desenvolver câncer, em comparação àquelas que mantêm hábitos considerados prejudiciais à saúde.
Por fim, veja: Cientistas descobrem 3 alimentos que ajudam a prevenir o câncer
Larissa Caixeta é redatora no TV Foco desde 2023 e atua na produção de conteúdos voltados aos bastidores da TV, ao universo das celebridades, ao futebol e aos principais acontecimentos do momento. Além disso, também se dedica à cobertura de temas de interesse público, como benefícios sociais, beleza, saúde e assuntos que impactam diretamente o dia a dia do leitor. Desenvolve seu trabalho com responsabilidade e precisão, sempre em sintonia com o que acontece no Brasil e no mundo. Contato: larissa.caixeta@otvfoco.com.br