R$5 mil: Haddad se une a Lula e informa nova lei sancionada que amplia benefício a brasileiros em 2026

Haddad e Lula falam sobre nova lei que amplia benefícios em 2026 (Foto: TV GLOBO)
Graças a novo decreto de Lula e confirmação de Haddad, um novo benefício passará a valer a partir de janeiro de 2026 e vai acertar muitos brasileiros
Em 2026, quem ganha até R$ 5000 está totalmente isento do pagamento do Imposto de Renda (IR). Acontece que no último dia 26 de dezembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou a medita que entra em vigor no próximo ano.
Além disso, o projeto também cria um desconto no IR para os contribuintes que ganham entre R$ 5 mil e R$ 7.350 mensais. Sendo assim, será na prática mais dinheiro no bolso dos brasileiros em 2026. Essa tinha sido uma das promessas de campanha do Governo Federal.
Conforme informações do Palácio do Planalto, pelo menos 15 milhões de brasileiros vão deixar de pagar imposto de renda com a nova lei. Isso fará com que eles usem o dinheiro para outras ações.
Durante cerimônia de sanção da lei que amplia a faixa de isenção do IR para quem ganha até R$ 5 mil, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, agradeceu aos presidentes da Câmara dos Deputados pela aprovação da lei:
“Sem isso, não seria possível que tivesse validade em 2026. Era imperioso aprovar o projeto em 2025. O país precisa muito deles. Para que possamos concluir exitosamente esse ano”.
Como será a economia na prática?
Conforme a simulação da calculadora do site Meu Imposto 2026, quem ganha R$ 5000, terá um salário líquido de R$ 4.490,40, afinal, passará a pagar apenas a porcentagem do INSS, que corresponde a R$ 509,60.
Em 2025, para se ter noção da diferença, quem tinha salário de R$ 5000, pagava R$ 509,60 do INSS mais R$ 334,85 de IR, totalizando um desconto total de R$ 844,45. Com isso restava o salário líquido de R$ 4.155,55.
Sendo assim, na prática, há uma ótima economia. Se olhar o cenário em um ano, a economia será de R$ 4.018,21.
Quando o Governo Federal expôs a proposta?
A proposta foi apresentada pelo governo em março deste ano e foi aprovada no início de novembro pelo Senado Federal, por unanimidade. Para manter o equilíbrio fiscal e compensar a redução na arrecadação, ocorrerá um incremento na tributação de altas rendas, a partir de R$ 600 mil anuais.
Sendo assim, vai beneficiar grupos que ganham menos e acertar quem recebe mais.
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