Lula sabe: Aumento de até 49% reajusta 13º salário de lista em 2026

Paraná aprova o maior salário mínimo regional de 2026, superando o piso nacional em até 49% e impactando os pagamentos do 13º salário

17/02/2026 às 14:55 · Tempo de leitura: 3 minutos

Lula sabe: Aumento de 49% reajusta 13º salário de lista em 2026 (Foto: Montagem/TV Foco)

Paraná aprova o maior salário mínimo regional de 2026, superando o piso nacional em até 49% e impactando os pagamentos do 13º salário

Em 2026, o Governo do Paraná institui o maior salário mínimo regional do país, superando o piso nacional vigente em até 49%. Consequentemente, esse reajuste impacta diretamente o cálculo do 13º salário de milhares de trabalhadores paranaenses, situação que atrai a atenção do presidente Lula e movimenta o cenário político federal.

O Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda (CETER) oficializou as novas diretrizes trabalhistas por meio da publicação da Resolução 632/2026. Portanto, os novos valores salariais variam entre R$ 2.105,34 e R$ 2.407,90.

Diferença em relação ao salário mínimo nacional

O piso estadual paranaense atinge o topo do ranking brasileiro de remunerações no oitavo ano do mandato do governador Ratinho Jr. Além disso, o chefe do executivo estadual atua hoje como um pré-candidato direto ao Palácio do Planalto.

O valor máximo da tabela atinge R$ 2.407,90 e apresenta uma margem 49% superior aos R$ 1.621 fixados pelo governo federal. Por outro lado, a faixa mais baixa garante R$ 2.105,34 aos profissionais.

Logo, esse montante básico estadual supera o salário mínimo nacional em exatos 30%. Assim, o estado gera uma vantagem financeira considerável para os beneficiários locais frente ao resto do país.

Categorias beneficiadas e organização dos grupos

A legislação estadual direciona essa política de valorização aos trabalhadores que não possuem piso salarial definido por lei federal. Da mesma forma, a regra abrange todas as categorias sem proteção de convenção ou acordo coletivo de trabalho.

O estado organiza os trabalhadores em quatro faixas distintas, utilizando a Classificação Brasileira de Ocupações (CBO) como base principal. Conforme a Lei Estadual 21.350/2023, o governo estrutura as classes e garante a progressão contínua dos reajustes anuais.

O primeiro grupo abarca trabalhadores agropecuários e florestais, que recebem R$ 2.105,34. Enquanto isso, o segundo grupo remunera funções administrativas, comércio e empregados domésticos com R$ 2.181,63 mensais.

O terceiro grupo atende o setor de produção industrial e manutenção, assegurando o pagamento de R$ 2.250,04. Por fim, o quarto grupo beneficia os técnicos de nível médio com o teto regional estabelecido em R$ 2.407,90.

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