Jornal da Globo confirma a morte de cantor consagrado, destaca a importância de sua carreira e mobiliza o Brasil
O mundo da música recebeu com tristeza a notícia da morte de Neil Sedaka. O cantor e compositor americano morreu na sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026, aos 86 anos, em Los Angeles, na Califórnia, nos Estados Unidos. A família confirmou a informação em comunicado oficial e emocionou fãs no Brasil e no exterior.
No texto publicado, os familiares afirmaram que ele foi “uma verdadeira lenda do rock and roll” e também “um ser humano incrível”.
Além disso, destacaram que ele inspirou milhões de pessoas ao longo de décadas. A declaração reforçou o tamanho da perda para a música mundial.

Sedaka nasceu em 13 de março de 1939, no Brooklyn, em Nova York. Desde cedo, ele mostrou talento para o piano. Ainda jovem, ele estudou na Juilliard School, uma das escolas de música mais respeitadas dos Estados Unidos. A instituição forma músicos de alto nível, especialmente na música clássica.
Depois da formação, ele iniciou carreira profissional e rapidamente conquistou espaço. Nos anos 1950 e 1960, ele dominou as paradas com canções que marcaram época. Entre os maiores sucessos, aparecem “Oh! Carol”, “Calendar Girl” e “Breaking Up Is Hard to Do”. Essas músicas tocaram em rádios do mundo inteiro.
Qual é a música mais famosa do cantor?
A canção “Breaking Up Is Hard to Do” alcançou o topo das paradas americanas. Naquele período, as paradas mediam as músicas mais tocadas e mais vendidas. Portanto, chegar ao primeiro lugar indicava enorme popularidade. Sedaka consolidou ali sua imagem como ídolo jovem.
No entanto, a carreira enfrentou desafios com a chamada Invasão Britânica. Esse movimento levou bandas do Reino Unido, como The Beatles, a dominarem o mercado americano nos anos 1960. Como resultado, vários artistas locais perderam espaço nas rádios.
Mesmo assim, Sedaka reagiu. Nos anos 1970, ele voltou ao topo com “Laughter in the Rain” e “Bad Blood”. Ele mostrou capacidade de se reinventar e dialogar com novos públicos. Dessa forma, ele prolongou sua presença nas paradas por décadas.
Além de cantar, ele também compôs para outros artistas. Um exemplo claro surgiu com “Love Will Keep Us Together”. A dupla Captain & Tennille gravou a música e levou a canção ao primeiro lugar. Assim, Sedaka comprovou força também nos bastidores.
Ele também integrou o grupo vocal The Tokens no início da carreira. Depois, ele concentrou esforços na trajetória solo. Ao longo dos anos, ele recebeu indicações ao Grammy, principal prêmio da música americana. O Grammy reconhece artistas que se destacam em vendas, qualidade e impacto cultural.
Além disso, ele entrou para o Songwriters Hall of Fame. Essa instituição homenageia compositores que contribuíram de forma decisiva para a música. O reconhecimento confirmou a relevância de suas letras e melodias. Ele construiu um catálogo respeitado por críticos e colegas.
Por fim, Sedaka deixa a esposa Leba, com quem se casou em 1962, além de 2 filhos e netos. Enquanto fãs prestam homenagens, rádios e plataformas digitais voltam a destacar seus maiores sucessos. Assim, a obra permanece viva. E, mesmo após sua morte, a voz que embalou gerações continua ecoando.
