Luto HOJE (17): Morte de atriz amada no Brasil na própria casa é confirmada às pressas: “Imensa tristeza”

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

18/06/2024 às 09:57 · Tempo de leitura: 4 minutos

Luto HOJE (17): Morte de atriz amada no Brasil na própria casa é confirmada às pressas: “Imensa tristeza”

Fique por dentro da morte de atriz amada no Brasil na própria casa, deixando a todos de luto nesta terça-feira

Uma notícia que chocou a todos esta semana, foi a morte de uma famosa atriz, sendo bastante conhecido no Brasil pela sua carreira de sucesso, pegando a todos de surpresa, e deixando o sentimento de luto e perda.

As informações são do site “terra.com”, o qual informou nesta terça-feira (18), que a atriz francesa Anouk Aimée, estrela de “A Doce Vida” (1960), um grande sucesso de época no Brasil, infelizmente morreu hoje (18) aos 92 anos.

De acordo com a fonte, a filha da artista, Manuela Papatakis, foi quem anunciou o seu falecimento, em uma mensagem no seu perfil do Instagram, dizendo:

“Com minha filha, Galaad, e minha neta, Mila, temos a imensa tristeza de anunciar a partida de minha mãe, Anouk Aimée. Eu estava ao lado dela quando, nesta manhã, ela faleceu em sua casa, em Paris”, lamentou Manuela.

Ainda segundo as informações, mais detalhes sobre as cerimônias de velório e enterro não foram divulgadas, restando apenas o sentimento de luto e tristeza pela famosa atriz, que deixou uma legião de fãs desolados com a sua perda tão repentina, sendo uma grande estrela do cinema perdida.

Atriz francesa Anouk Aimée morre ao 92 anos, deixando a todos de luto – Foto Reprodução Internet
Atriz francesa Anouk Aimée, grande estrela do cinema mundial – Foto Reprodução Internet
Aimée também foi premiada como melhor atriz no Festival de Cannes em 1980 por Salto no vazio, do italiano Marco Bellocchio – Foto Reprodução Internet

Quais foram os maiores sucessos da atriz?

Segundo as informações do mesmo site, Anouk Aimée trabalhou em “8½” (1963), um grande clássico do cinema, enquanto o ápice de sua carreira na França foi “Um Homem, Uma Mulher” (1966), de Lelouch, obra que lhe rendeu uma indicação ao Oscar, o maior prêmio do cinema mundial.

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