O mundo da TV ficou mais triste com a morte de Manoel Carlos. O autor de novelas marcou gerações com suas históricas apaixonantes
Morreu neste sábado, 10 de janeiro, o autor de grandes novelas da TV brasileira, Manoel Carlos, aos 92 anos, no Rio de Janeiro. Inclusive, a triste notícia acabou sendo confirmada por familiares do famoso.
Há seis anos, Manoel Carlos recebeu o diagnóstico da doença de Parkinson e vivia recluso em seu apartamento. Nos últimos meses, entretanto, Maneco apresentou uma piora em seu estado geral.
Ele estava internado no Hospital Copa Star, em Copacabana, onde realizava tratamento da doença. Aliás, ela avançou bastante e vinha causando o comprometimento do desenvolvimento motor e cognitivo.
A morte do autor acabou sendo confirmada por sua filha, a atriz Júlia Almeida, que divulgou uma nota lamentando a perda. “A família agradece as manifestações de carinho e solicita respeito”, disse.

Manoel Carlos é autor de alguns dos maiores sucessos da televisão brasileira. Para quem não sabe, o autor marcou a teledramaturgia nacional ao criar uma galeria de protagonistas chamadas Helena.
Aliás, entre as principais novelas escritas por Manoel Carlos na Globo, podemos citar: Por Amor (1997), Laços de Família (2000), Mulheres Apaixonadas (2003), Viver a Vida (2009) e Em Família (2014).
Vale lembrar que ele fazia parte do seleto rol dos grandes autores da história recente da TV Globo, como Benedito Ruy Barbosa, Gilberto Braga, Aguinaldo Silva, Glória Perez e Walcyr Carrasco.
Famosos lamentam a morte do autor
Por meio das redes sociais, vários atores, atrizes e outros colegas de profissão lamentaram a morte de Manoel Carlos. Isso porque ele era bastante querido por seu legado e toda generosidade.
“Manoel Carlos não escreveu apenas novelas. Escreveu o cotidiano, o amor dito no silêncio, os conflitos que moram dentro de casa. Transformou salas de estar em cenários e fez do Brasil um grande capítulo contínuo. Que ele descanse em paz! Um abraço aos seus familiares e admiradores!”, disse Walcyr Carrasco.
“É com grande pesar que venho prestar minha homenagem a este autor que tantas coisas boas fez pela dramaturgia brasileira. Tive o prazer de trabalhar com ele em algumas de suas obras e sempre fui surpreendida por sua generosidade e pela habilidade única de tratar o dia a dia com poesia”, lamentou Carolina Ferraz.
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