Luto atinge o país inteiro após a morte de narrador esportivo querido que construiu uma carreira histórica e emociona o Brasil em abril de 2026
A morte do narrador esportivo Adauto de Azevedo deixou o Brasil em estado de LUTO neste início de abril de 2026. A notícia surgiu no sábado, dia 04, e pegou muitos fãs e telespectadores de surpresa.
Ele tinha 82 anos e carregava uma trajetória longa no rádio regional. Ao mesmo tempo, ele construiu uma relação próxima com o público do Vale do Taquari. Por isso, a confirmação da morte gerou forte comoção entre ouvintes, colegas e moradores da região.
Além disso, Adauto não ficou restrito ao microfone durante sua vida. Ele viveu o futebol dentro de campo antes de narrar partidas. Ainda jovem, ele integrou as categorias de base do Sport Club Internacional.

Depois, ele seguiu jogando em equipes do interior do Rio Grande do Sul. Ele passou por cidades como Estrela, Santa Cruz do Sul e Bagé. Dessa forma, ele desenvolveu uma visão prática do esporte, o que influenciou seu estilo no rádio.
A despedida e o luto mobilizou a comunidade local logo nas primeiras horas após a confirmação. O velório aconteceu no domingo, dia 05, a partir das 8h. O local escolhido foi o Memorial Jardim da Montanha, em Lajeado. Enquanto isso, familiares e amigos chegaram cedo para prestar as últimas homenagens.
Em seguida, o corpo seguiu para sepultamento no Cemitério Católico do Bairro Hidráulica, também em Lajeado.
Quem era Adauto de Azevedo?
Antes da fama, Adauto iniciou sua trajetória de forma simples. Ele trabalhou como locutor de alto-falante em rodoviária. Nesse tipo de função, o profissional anuncia recados e informações para o público por caixas de som.
Com o tempo, ele ganhou experiência e confiança. Assim, ele conseguiu sua primeira oportunidade em uma emissora de rádio.

A entrada na Rádio Alto Taquari marcou uma virada importante em sua carreira. A partir dali, ele passou a narrar jogos e comentar partidas com frequência. Com o passar dos anos, ele construiu uma identidade própria no microfone.
Além disso, ele adotou uma linguagem direta, o que facilitava o entendimento do público. Por esse motivo, ele se tornou uma das vozes mais conhecidas da região.
Mesmo com o avanço da idade, Adauto não se afastou do rádio. Pelo contrário, ele seguiu ativo por muitos anos. Aos 76 anos, ele ainda trabalhava com transmissões esportivas. Ele atuava na rádio comunitária Integração, em Arroio do Meio. Esse tipo de rádio foca na comunidade local e não busca lucro. Nesse espaço, ele transmitia jogos de futebol amador e mantinha contato direto com os ouvintes.
O Luto pela perda
Nos últimos anos, ele viveu em uma clínica de repouso. Ainda assim, sua história continuou presente no cotidiano de quem acompanhava o esporte local. Muitos colegas destacaram sua dedicação e sua forma simples de trabalhar. Além disso, ele manteve uma postura próxima do público durante toda a carreira. Isso ajudou a fortalecer sua imagem no rádio regional.

No Instagram, o Grupo A Hora fez uma linda homenagem ao narrador. “Já na terceira idade, aos 76 anos, encontrou no rádio uma forma de seguir ativo e conectado ao esporte, atuando mais recentemente na rádio comunitária Integração, em Arroio do Meio, onde realizava transmissões de futebol amador. Há dois anos, desde que sofreu um AVC, estava internado em um clinica de repouso.”
A morte de Adauto de Azevedo encerrou uma trajetória marcante no rádio esportivo. No entanto, o legado permaneceu entre ouvintes e profissionais da área. Ele construiu sua carreira com consistência e paixão pelo futebol. Assim, ele mostrou que o rádio local também cria grandes histórias. E, mesmo após sua partida, sua voz ainda ecoa na memória de quem acompanhou sua trajetória.
