Luto toma conta dos fãs após a morte de integrante famoso de grupo de pagode aos 55 anos e declaração emocionante expõe imensa dor
O cenário do pagode brasileiro entrou em luto após a confirmação da morte de Binho Percussão, aos 55 anos, no Rio de Janeiro, na última sexta-feira (17) . O artista integrava o grupo Pique Novo e construiu uma carreira sólida dentro do gênero. A notícia se espalhou rapidamente pelas redes sociais e gerou forte comoção entre fãs e colegas.
A banda confirmou a informação por meio de uma nota oficial. O comunicado destacou a dor da perda e descreveu o momento como de profundo luto para todos que conviveram com o músico. A causa da morte não foi divulgada até o momento.

Binho Percussão, cujo nome verdadeiro era Robson Silva de Oliveira, construiu uma trajetória respeitada no pagode carioca. Ele participou da história do Pique Novo desde os primeiros anos do grupo. A banda ressaltou, em sua despedida, a alegria constante do artista e o impacto positivo que ele deixava por onde passava.
A nota citou “imensa dor” e reforçou o sentimento de luto coletivo. Fãs, amigos e músicos compartilharam mensagens nas redes sociais e ampliaram o clima de luto que tomou conta da comunidade musical.
Binho atuava como percussionista, uma função central dentro do pagode. A percussão sustenta o ritmo e organiza a base musical das canções. Instrumentos como pandeiro, tantã e repique garantem a identidade do estilo.
No Pique Novo, esse trabalho ajudou a consolidar o grupo no cenário nacional. O músico participou diretamente dessa construção ao longo de décadas. Esse papel reforça a importância dele para o gênero e ajuda a explicar o tamanho do luto gerado por sua morte.
Problemas enfrentados pelo cantor
Antes de morrer, o artista enfrentou problemas de saúde que afetaram sua rotina profissional. Ele sofreu uma lesão na coluna em 2025 e precisou se afastar dos palcos. A lesão comprometeu seus movimentos e o levou a utilizar cadeira de rodas.
Desde então, ele interrompeu a agenda de shows e passou a focar no tratamento. Mesmo distante das apresentações, ele seguiu presente na memória dos fãs. O período já havia mobilizado mensagens de apoio, que agora se transformaram em manifestações de luto.

Além do pagode, Binho também construiu história no Carnaval do Rio de Janeiro. Ele atuou na escola de samba Beija-Flor de Nilópolis e exerceu o cargo de mestre de bateria. Esse posto exige liderança e organização de dezenas de ritmistas durante os desfiles.
O profissional coordena o ritmo da escola e garante o sincronismo da apresentação. Essa experiência ampliou o reconhecimento do músico dentro da cultura popular brasileira. O falecimento intensificou o clima de luto também no universo do samba.
A repercussão da morte evidenciou a relevância do artista no meio musical. Diversos cantores e personalidades prestaram homenagens públicas. As mensagens destacaram o carisma, o profissionalismo e a dedicação de Binho ao longo da carreira.
Muitos relatos mencionaram o sorriso fácil e a energia positiva nos bastidores. Esse conjunto de lembranças reforçou o sentimento de luto coletivo entre diferentes gerações de fãs e profissionais do setor.
A despedida
O velório e o sepultamento ocorreram no Rio de Janeiro e reuniram familiares, amigos e admiradores. O momento marcou a despedida de um nome importante do pagode. A cerimônia contou com presença de pessoas próximas e também de fãs que acompanharam a trajetória do músico. A despedida consolidou um cenário de luto que ultrapassou o círculo íntimo e alcançou o público em geral.

Binho Percussão deixa um legado construído ao longo de anos dedicados à música. Ele participou da evolução do pagode e ajudou a manter o gênero presente no cotidiano popular. Suas contribuições permanecem registradas nas músicas e nas apresentações do Pique Novo.
O impacto da sua ausência reforça o tamanho da perda. O ambiente segue marcado pelo luto, que ainda mobiliza homenagens e lembranças em diferentes espaços da música brasileira.
