Mãe de Isabella Nardoni expõe carta psicografada emocionante da filha e dor: "Todas às vezes"

Mãe de Isabella Nardoni expõe carta psicografada emocionante da filha em que revela a dor que carrega todas às vezes que revive a perda

13/09/2025 às 14:15 · Tempo de leitura: 3 minutos

Mãe de Isabella Nardoni (Foto: Reprodução - Instagram)

Mãe de Isabella Nardoni expõe carta psicografada emocionante da filha em que revela a dor que carrega todas às vezes que revive a perda

A mãe de Isabella Nardoni, que viu sua vida mudar drasticamente após o crime que marcou o país em 2008, encontrou no espiritismo uma forma de lidar com a dor e buscar algum tipo de consolo. Segundo seu relato, durante entrevista ao PodDelas, desde a morte da filha, ela relata ter recebido diversas cartas psicografadas, mensagens que, segundo médiuns, seriam escritas sob a influência espiritual de Isabella.

Porém, essas experiências a marcaram profundamente e se tornaram parte de seu processo de luto, oferecendo-lhe momentos de alívio em meio a uma ferida que nunca se fecha completamente. Ao compartilhar sua vivência, ela mostra que, apesar da tragédia, encontrou um caminho para manter viva a sensação de proximidade com a filha.

Isabella Nardoni (Foto: Reprodução/ Internet)

A mãe afirma que passou a frequentar uma casa espírita chamada “Perseverança”, local onde se sentiu acolhida em uma fase de intenso sofrimento. “Todas às vezes que eu ia lá assim, que não conseguia nem olhar… desesperada, aquela energia me acalmava.” Contudo, foi nesse espaço que ela teve contato com as primeiras mensagens psicografadas, que a fizeram acreditar que Isabella continuava presente de alguma forma.

Além disso, ela descreve que a energia do ambiente trazia calma, mesmo em dias em que parecia não suportar a ausência da filha. O espiritismo não apagou a dor, mas criou uma ponte simbólica entre o mundo físico e espiritual, oferecendo-lhe um sentido maior para seguir adiante.

O que aconteceu com Isabella Nardoni?

Isabella Nardoni tinha só cinco anos quando morreu, em 29 de março de 2008, em São Paulo. O pai, Alexandre Nardoni, e a madrasta, Anna Carolina Jatobá, jogaram a menina do sexto andar do prédio. Antes da queda, os peritos identificaram sinais de agressão e asfixia.

A cena chocou não apenas pelo crime em si, mas pela sensação de que algo tão brutal havia acontecido dentro do próprio lar.

Por fim, o caso teve repercussão imediata, tomou as manchetes e levou Alexandre e Anna Carolina a julgamento. O tribunal decidiu e ele foi condenado a 31 anos e um mês de prisão, ela a 26 anos e oito meses.

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