Mais de R$3 bilhões: Magazine Luiza estoura os cofres, compra empresa gigante e agora donos exigem receber
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Loja da Magazine Luiza (Reprodução: Internet)
Magazine Luiza estoura os cofres para compra de empresa gigante e agora os donos estão cobrando o pagamento
Vamos contextualizar para vocês essa movimentação que mexeu com muita coisa no mundo dos negócios, envolvendo a Magazine Luiza e uma empresa gigante de artefatos para games e computadores.
Para quem não sabe, estamos falando do acordo fechado entre a Magazine Luiza e a KaBuM!. A varejista colocou a mão no bolso e comprou uma das maiores plataformas de e-commerce para comprar produtos de tecnologia em geral, tendo sido fundada em 2003.
A negociação teve início em 2021, quando o Magazine Luiza anunciou que ia comprar esse website e o tornar mais uma de suas diversas subsidiárias. A compra foi finalizada de forma definitiva em 13 de dezembro de 2021 no valor de cerca de 3.5 bilhões de reais.
Mesmo com a compra da empresa por parte da Magazine Luiza eles preferiram deixar os fundadores do negócio, os irmãos Leandro e Thiago Ramos, a frente da KaBuM!.
Contudo, eles foram demitidos pois a Magazine Luiza especulou que eles estavam montando um negócio concorrente.
Magazine Luiza - Foto Internet
Magazine Luiza - Foto Reprodução Internet
O QUE A KABUM TEM CONTRA A VAREJISTA?
Em entrevista exclusiva ao InfoMoney, o objetivo principal é receber os R$ 3,5 bilhões que foram acordados na celebração do negócio.
E afirmam que vão dedicar todo o tempo que têm nos tribunais contra o Itaú BBA e o Magazine Luiza. “Queremos a recomposição total do valor da transação e a indenização de tudo que nos fizeram”, diz Leandro.
O valor pago pela empresa pelo KaBuM!, na operação concluída há dois anos, é o foco da disputa: mais precisamente a fatia paga em ações, que passaram por uma desvalorização de 65% entre o anúncio e o fechamento do negócio.
Com essa queda do preço do papel, o que deveria somar R$ 3,5 bilhões, passou a valer pouco mais de R$ 1,3 bilhão. Eles também questionam judicialmente a atuação do Itaú BBA como assessor financeiro dos Ramos no processo e a demissão por justa causa que sofreram do Magalu em abril, onde ocupavam funções executivas.
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