11 bi e adeus em 2024: Maior plano de saúde do Brasil deixa 5 milhões de clientes com o coração na mão

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

28/12/2023 às 18:27 · Tempo de leitura: 3 minutos

Plano de saúde (Reprodução - Internet)

Plano de saúde famoso no Brasil deixa 5 milhões de clientes apreensivos após adeus

Um Plano de Saúde extremamente querido pelos clientes, com uma cartela de segurados enorme com mais de 5 milhões, pode dar adeus ao público no ano que vem.

Isso porque o a empresa que gerencia o grupo foi vendida, ou seja, os clientes agora ficaram apreensivos com uma possível perda de seu plano de saúde.

Essa transação foi concluída agora em dezembro e as mudanças começarão a valer no início de 2024, com a mudança do grupo que gerencia.

A AMIL FOI VENDIDA?

De acordo com informações da Investing Br, o empresário José Seripieri Filho, o Junior, que fundou a Qualicorp e a Qsaúde, comprou a Amil, operadora de planos de saúde, que pertencia ao UnitedHealth Group (UHG), por R$ 11 bilhões, segundo pessoas que acompanham a transação.

A Amil vinha sendo disputada também pelo empresário Nelson Tanure, da operadora Alliança, e pelo fundo de private equity americano Bain Capital, que já foi acionista relevante da NotreDame Intermédica no País.

Na maior transação de fusão e aquisição (M&A, na sigla em inglês) feita no País entre uma única pessoa física e uma companhia, Junior pagará R$ 2 bilhões ao UHG e assumirá passivos de cerca de R$ 9 bilhões. O valor total, porém, pode ser maior por causa de eventuais contenciosos.

Essa foi a estratégia da oferta de Junior, que assume o negócio de “porteira fechada”, mesmo com o risco de enfrentar eventuais gastos maiores no futuro.

O que muda aos clientes?

Segundo informações do Money Times para o alívio de 5,4 milhões de beneficiários da rede, a mudança de gerência não pode impor mudanças e reajustes, visto que por lei, o cliente tem direito a permanecer usufruindo daquilo que contratou com a companhia.

Ou seja, segundo o Procon-SP ao jornal Estadão, os clientes estão sob amparo da lei, em vista da manutenção do padrão de qualidade, quantidade e localização dos serviços prestados.

“Nessas situações de aquisição parcial ou total da carteira, o fornecedor que está absorvendo a empresa de planos de saúde deve manter as mesmas condições do plano e do contrato firmados”, afirma o diretor jurídico da Fundação Procon de São Paulo, Robson Campos.

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