Cancelamento em massa de convênios: Maior plano de saúde do Brasil passa o facão com debandada de clientes
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Cartões de planos de saúde / Martelo batido - Montagem TVFOCO
Sem nem pensar duas vezes, grande plano de saúde do Brasil passa o facão com debandada de clientes
Sabemos bem da grande importância de contar com um bom plano de saúde na atualidade, afinal, nunca sabemos quando iremos precisar.
Contudo, o assunto de hoje não é tão agradável assim, afinal, com direito a nada mais, nada menos que cancelamento em massa de convênios, vocês saberão agora detalhes sobre o maior plano de saúde do Brasil que passa o facão com debandada de clientes. Vamos conferir?
Pois bem, sem mais delongas, vamos então direto ao assunto. As informações são do portal Correio Braziliense.
Bom, de acordo com o que foi divulgado pela fonte em 31/07/2023, a operadora Unimed simplesmente não pensou duas vezes e promoveu uma onda de cancelamentos de contratos empresariais.
As informações dão conta ainda de que, em uma audiência na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) no mês junho, a empresa afirmou que cancelou 2,2 mil contratos no período de janeiro a maio deste ano. Ao todo, isso abrangeu 10 mil usuários, em um universo de 2 milhões de clientes, que atualmente fazem parte dos planos da operadora.
O que aconteceu com a Unimed?
Unimed é um dos principais planos de saúde do país (Reprodução: Internet)
Pessoa segurando cartão da Unimed Paulista (Foto: Reprodução / Internet)
Dito isso, é importante ressaltar ainda, que, na época, ao ser procurada, a Unimed informou que a rescisão de contratos das carteiras de planos empresariais da operadora estão regulamentados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e respeita as condições contratuais com comunicação prévia aos contratantes.
A salientar ainda, a operadora ressaltou que tem dialogado com os contratantes “sobre a melhor forma de condução caso a caso”, quando há tratamentos em atividade.
“Nenhum beneficiário pode ser impedido de adquirir plano em função da sua condição de saúde ou idade e também não pode haver exclusão de clientes pelas operadoras por esses mesmos motivos”, afirmou, em nota, a agência ANS.
Além disso, também segundo a ANS, “se houver rescisão do contrato de plano coletivo (por qualquer motivo) e existir algum beneficiário ou dependente em internação, a operadora de origem deverá arcar com todo o atendimento até a alta hospitalar”.
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