Cancelamento em massa de convênios: Maior plano de saúde do Brasil passa o facão com debandada de clientes

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

15/01/2024 às 11:29 · Tempo de leitura: 3 minutos

Cartões de planos de saúde / Martelo batido - Montagem TVFOCO

Sem nem pensar duas vezes, grande plano de saúde do Brasil passa o facão com debandada de clientes

Sabemos bem da grande importância de contar com um bom plano de saúde na atualidade, afinal, nunca sabemos quando iremos precisar.

Contudo, o assunto de hoje não é tão agradável assim, afinal, com direito a nada mais, nada menos que cancelamento em massa de convênios, vocês saberão agora detalhes sobre o maior plano de saúde do Brasil que passa o facão com debandada de clientes. Vamos conferir?

Pois bem, sem mais delongas, vamos então direto ao assunto. As informações são do portal Correio Braziliense.

Bom, de acordo com o que foi divulgado pela fonte em 31/07/2023, a operadora Unimed simplesmente não pensou duas vezes e promoveu uma onda de cancelamentos de contratos empresariais.

As informações dão conta ainda de que, em uma audiência na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) no mês junho, a empresa afirmou que cancelou 2,2 mil contratos no período de janeiro a maio deste ano. Ao todo, isso abrangeu 10 mil usuários, em um universo de 2 milhões de clientes, que atualmente fazem parte dos planos da operadora.

O que aconteceu com a Unimed?

Unimed é um dos principais planos de saúde do país (Reprodução: Internet)

Pessoa segurando cartão da Unimed Paulista (Foto: Reprodução / Internet)

Dito isso, é importante ressaltar ainda, que, na época, ao ser procurada, a Unimed informou que a rescisão de contratos das carteiras de planos empresariais da operadora estão regulamentados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e respeita as condições contratuais com comunicação prévia aos contratantes.

A salientar ainda, a operadora ressaltou que tem dialogado com os contratantes “sobre a melhor forma de condução caso a caso”, quando há tratamentos em atividade.

“Nenhum beneficiário pode ser impedido de adquirir plano em função da sua condição de saúde ou idade e também não pode haver exclusão de clientes pelas operadoras por esses mesmos motivos”, afirmou, em nota, a agência ANS.

Além disso, também segundo a ANS, “se houver rescisão do contrato de plano coletivo (por qualquer motivo) e existir algum beneficiário ou dependente em internação, a operadora de origem deverá arcar com todo o atendimento até a alta hospitalar”.

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