"Madeira": Renata Vasconcellos abre Jornal Nacional às pressas com Bonner calado e metralha notícia

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

15/04/2021 às 21:17 · Tempo de leitura: 3 minutos

Renata Vasconcellos no comando do Jornal Nacional (Foto: Reprodução)

Renata Vasconcellos no comando do Jornal Nacional (Foto: Reprodução)

Renata Vasconcellos invadiu programação da Globo com Jornal Nacional

O Jornal Nacional entrou mais cedo na programação da Rede Globo e Renata Vasconcellos surpreendeu o público com os destaques da noite.

Nesta quinta- feira, 15 de abril, Renata Vasconcellos não trouxe muitas notícias animadoras para os brasileiros e mostrou que a situação está caótica em vários locais do Brasil.

“O Jornal Nacional vai mostrar que aumentou o número de estados com alerta para a falta de remédios pra intubar pacientes”, disse a jornalista, que divide a bancada do Jornal Nacional com William Bonner.

Em seguida, Renata Vasconcellos falou sobre outra notícia abordada pelo telejornal da Rede Globo. “A Polícia Federal troca o comando no Amazonas um dia depois de o superintendente do estado ir ao Supremo contra o Ministro do Meio Ambiente. O motivo é a maior apreensão de madeira já feita no país“, disse a jornalista.

Ainda na chamada do Jornal Nacional, a apresentadora falou rapidamente sobre a sessão para decidir sobre a anulação da decisão do Ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Edson Fachin, que anulou as condenações contra o ex presidente Lula na Justiça Federal de Curitiba.

Depois da sessão, o STF tomou a sua decisão e decidiu manter as anulações das condenações contra Luís Inácio Lula da Silva. Por 8 votos a 3, o STF negou recurso da PGR para derrubar a decisão de Fachin. Vale dizer que com a confirmação da anulação, ex-presidente permanece elegível.

Renata e Bonner no Jornal Nacional (Foto: Divulgação)

Caso Henry

Por fim, Renata Vasconcellos falou sobre o caso do menino Henry, que morreu no mês passado aos quatro anos de idade. A Justiça investiga o padrasto e a mãe do garoto e os acusa de tortura e homicídio.

Dr Jairinho e Monique estão presos após novos rumos na investigação da morte do garoto. O caso chocou o país e ganhou novos desdobramentos. Confira a chamada:

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