Gay? A revelação bombástica sobre a intimidade do Maníaco do Parque que fez sua mãe quebrar o silêncio e revelar toda a verdade

A curiosidade incessante e os profundos debates que orbitam a psique complexa e a identidade sombria de Francisco de Assis Pereira, amplamente conhecido como o Maníaco do Parque, ganharam um vigor ainda maior nos últimos anos.

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Esse fenômeno é impulsionado pelo lançamento recente de diversas obras audiovisuais e literárias que revisitam sua trajetória e seus crimes brutais, os quais, com uma crueldade ímpar, aterrorizaram e barbarizaram a cidade de São Paulo durante a década de 90.

Entre as questões, a discussão sobre a sexualidade e o gênero do assassino permanece como um dos pontos mais controversos de sua biografia. Afinal de contas, será que o Maníaco do Parque é gay? ou será que ele é trans?

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Em uma entrevista ao portal O Globo, a mãe do assassino, Maria Helena de Souza Pereira, revelou a verdade e falou abertamente sobre gênero e sexualidade do filho.

Maníaco do Parque será solto? Decisão causa preocupação (Foto: Reprodução)
Maníaco do Parque (Foto: Reprodução/Imagens televisionadas/YouTube)

A tese de Ullisses Campbell

Essa teoria foi exposta após o lançamento da biografia escrita por Ulisses Campbell, a qual trouxe à tona detalhes de laudos psicológicos sigilosos.

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A obra sustenta que Francisco vivia um profundo conflito de identidade de gênero. Segundo a tese do jornalista, o assassino não apenas seria homossexual, mas escolhia suas vítimas femininas com base em um ideal de imagem:

  • Ele matava as mulheres que, no fundo, desejava ser;
  • Essa “autoimagem fragmentada” explicaria, sob a ótica psicanalítica, o ódio direcionado ao corpo feminino e a crueldade aplicada nos crimes do Parque do Estado.
Atual aparência do Maníaco do Parque (Foto Reprodução/SBT News/YouTube/Imagem televisionada)
Atual aparência do Maníaco do Parque (Foto Reprodução/SBT News/YouTube/Imagem televisionada)

“Meu filho sempre foi macho”

No entanto, dando um contraponto contundente a essas revelações, Maria Helena de Souza Pereira classificou as alegações de homossexualidade ou transexualidade como “conversa fiada”.

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A mãe reforçou que, na juventude, Francisco era um “don juan” local, com filas de mulheres em sua porta.

Para a matriarca, o estilo extravagante e a aparência chamativa do filho na época de motoboy eram traços de vaidade masculina, e não indícios de que ele desejava ser mulher ou que mantinha relacionamentos com homens e travestis.

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Maria Helena ainda desqualificou os laudos citados na biografia, mantendo a imagem de um filho heterossexual e “macho”, ignorando as nuances psicológicas apontadas por especialistas:

“Meu filho sempre foi macho. Havia fila de mulheres na porta da minha casa atrás dele” – Disse ela.

Qual é a real situação do Maníaco do Parque em 2026?

Atualmente, Francisco de Assis Pereira permanece custodiado na Penitenciária de Iaras, no interior paulista, mas o foco mudou da identidade para a periculosidade.

Faltam pouco mais de dois anos para agosto de 2028, data em que ele completará o limite máximo de 30 anos de reclusão (conforme a lei vigente na época da condenação).

Porém, o Ministério Público e a sociedade civil manifestam pânico, dado que Francisco é diagnosticado com psicopatia, uma condição incurável.

Relatos do último ano de 2025 confirmaram que o detento removeu os próprios dentes. Especialistas em criminologia interpretam o ato não como loucura, mas como uma estratégia calculada:

  • Sem dentes, ele elimina a possibilidade de ser identificado por marcas de mordida em futuras vítimas, caso reincida.

Além disso, Francisco expressou recentemente o desejo de mudar de nome ao sair da prisão, tentando apagar o estigma do “Maníaco do Parque”.

Mas a própria defesa técnica de Francisco admite a falha do sistema. Isso porque, sem acompanhamento psiquiátrico adequado ao longo das décadas, o Estado chegará a 2028 sem laudos técnicos robustos que garantam que ele não voltará a matar.

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