Marcelo Faria fala sobre personagem bombeiro em Celebridade: "Fazia muito sucesso"
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Marcelo Faria. (Foto:Paulo Vitale/Divulgação/Quem)
Marcelo Faria (Foto:Paulo Vitale/Divulgação/Quem)
Atualmente nos cinemas como o protagonista do remake de Dona Flor e Seus Dois Maridos, o ator Marcelo Faria também pode ser visto na televisão. É que ele interpretou o bombeiro Vladimir na novela Celebridade, que está sendo reprisada pela Globo.
Na época da novela, o seu personagem fazia o maior sucesso entre a mulherada, inclusive deixando Darlene (Deborah Secco) enlouquecida.
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Em entrevista ao programa Vídeo Show, da Globo, o ator relembrou o sucesso feito por Vladimir na trama: “Foi um personagem muito marcante. As pessoas falam até hoje. O bombeiro tem uma coisa muito forte com a população e com as mulheres. Fazia muito sucesso”.
Jaqueline Joy (Juliana Paes), Vladimir (Marcelo Faria) e Darlene (Deborah Secco) em Celebridade
(Foto: Globo/João Miguel Júnior)
No programa, ele ganhou uma oportunidade de relembrar os velhos tempos e fazer um novo treinamento como bombeiro: “Legal para caramba reencontrar a equipe e voltar a ser bombeiro um pouquinho”.
ATOR FALOU SOBRE DONA FLOR E SEUS DOIS MARIDOS
Como o TV Foco já informou, o cinema brasileiro ganhará um remake daquele que foi o terceiro filme de maior bilheteria nacionalmente. “Dona Flor e Seus Dois Maridos” (1976), que contou com Sônia Braga, José Wilker e Mauro Mendonça nos papéis principais, poderá ser visto já no próximo mês.
Com estreia no dia 2 de novembro, o longa dessa vez contará com Juliana Paes, Marcelo Faria e Leandro Hassum como protagonistas, e trará uma roupagem e tecnologia atual para o clássico de época do escritor Jorge Amado, o mesmo de clássicos como Gabriela, Cravo e Canela e Tieta do Agreste.
O ator Marcelo Faria, que interpretará um dos dois maridos de Dona Flor, contou ao site SRZD que o filme é uma chance para que a geração atual possa assistir ao clássico.
“Apesar de ser uma releitura, o filme é uma oportunidade para que as novas gerações, que não assistiram o filme de 1976, possam ver essa obra tão bonita de Jorge Amado no cinema, incluindo pessoas que talvez nem conheçam as histórias do escritor”, disse.
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