Urgente: Âncora da Globo recebe notícia de morte, vai aos prantos ao vivo e não consegue apresentar jornal

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

08/04/2021 às 15:57 · Tempo de leitura: 5 minutos

Urgente: Âncora da Globo recebe notícia de morte, vai aos prantos ao vivo e não consegue apresentar jornal

Maria Beltrão, âncora da Globo, chora ao vivo na Globo (Reprodução)

Maria Beltão chora ao vivo durante telejornal da Globo nesta quinta-feira. 8

Maria Beltão chorou durante o início do “Estúdio i” nesta quinta-feira, 8, devido a entrevista coletiva sobre o caso do menino Henry, morto aos quatro anos. A âncora da Globo estava se despedindo de Cecilia Flesch, âncora do “Jornal das Dez”, e ficou sem palavras devido a emoção.

Sem conseguir completar uma frase, Maria Beltão demonstrou pânico com o caso. “Obrigada, Cecilia querida, um bom trabalho aí para você… É, a gente está falando de uma realidade inominável. A gente está falando de… Ah, já vou chorar”, disse ela, sem graça e interrompendo a declaração.

Comovida com o caso, Maria Beltão não conseguiu apresentar o telejornal da Globo. “A gente está falando de algo difícil de se qualificar ou definir. O que a Cecilia acabou de mostrar, com essa entrevista coletiva, –e me desculpe por me emocionar, a gente vive em uma época difícil, né?– com essa troca de mensagens”, contou a âncora da Globo.

A âncora da Globo ainda ressaltou o quão sério é o caso de Henry. É muito sério, muito triste. Então, eu peço licença para chamar o intervalo. Estamos aqui, eu, [André] Trigueiro e [Octavio] Guedes… Desculpem o meu descontrole emocional”, completou ela que iria pedir os comerciais.

No entanto, Guedes a impediu de chamar os comerciais para prosseguir com a notícia no lugar dela até que se recompusesse. No Twitter, diversos telespectadores comentaram sobre a sensibilidade de Maria Beltão.

MORTE

A história pela qual Maria Beltão chorou foi de Henry, um menino de quatro anos que foi encontrado morto no quarto da casa de sua mãe, Monique Medeiros, e do padrasto, o vereador Jairinho, na Barra da Tijuca, na madrugada de 8 de março. No relato, o casal alegou que o menino sofreu um acidente em casa e foi encontrado com os olhos revirados e sem respirar.

No entanto, os laudos da necropsia do menino e da reconstituição no apartamento afastam a hipótese defendida pelos dois. A polícia acredita que o vereador teria praticado tortura com o menino, semanas antes de sua morte, e que sua mulher sabia.

PRESOS

Vale ressaltar que Monique e Jairinho foram presos temporariamente nesta quinta-feira,8,  suspeitos de tentar atrapalhar as investigações.

Vereador Dr. Jairinho é preso pela morte do menino Henry Borel, no Rio (Foto: Reprodução)

Confira as mensagens carinhosas que a âncora da Globo recebeu dos telespectadores:

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