A cantora Marília Mendonça (Foto: Mariana Revoredo/Globo)

A cantora Marília Mendonça (Foto: Mariana Revoredo/Globo)

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Carro chefe do time feminino que vem dominando o sertanejo no Brasil, a cantora Marília Mendonça foi o destaque deste sábado (04) do programa “Altas Horas”. Na atração, ela falou da vida pessoal e também sobre a carreira, inclusive contou como tudo começou.

Se você acha que ela começou cantando em bares, como muitos que adentram na carreira musical, está muito enganado. A primeira vez de Marília foi em uma igreja, e não foi nada fácil.

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A primeira vez que eu fui cantar na igreja foi engraçado, porque eu esqueci a letra, comecei a chorar e chamei a minha mãe. Eu tinha uns 10 anos de idade. Aos 12 eu já estava na sofrência, eu fiz a minha primeira música aos 12 anos”, revelou a cantora.

Marília ainda não tinha banda ou acompanhamento de instrumento quando começou a cantar. Era tudo na base do playback. Mas calme! Era mais do que normal.

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Todas as adolescentes da igreja cantavam assim. Isso em Goiânia. Eu nasci em Cristianópolis, mas fui lá só para nascer. Inclusive, estou devendo uma visita, porque fiquei sabendo que sou o orgulho de lá. Não voltei ainda!”, conta.

A “sofrência” destacada em sua música mostra o reflexo de uma infância difícil:  “Na minha sofrência, eu conto uma história e termino sempre com um final feliz para o lado da mulher, não sei se vocês perceberam. Nem sempre as coisas funcionaram assim na minha vida. E nem sempre as músicas terminaram como eu quis”.

Outro destaque na participação de Marília foi quando ela falou sobre os irmãos. Já houve briga feia até por comida.

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Já bati e apanhei. Eu tenho alguns irmãos por parte de pai que eu perdi o contato já faz um tempo. Depois que o meu pai faleceu, a gente nunca mais se viu. São ‘apenas’ oito irmãos por parte de pai. Meu pai era ‘o’ cara. E tenho um irmão que mora comigo, meu irmão mais novo, que a gente já pegou umas brigas pesadas pelo pedaço maior de bife”, finaliza.