Mateus Solano. (Foto: Divulgação)

Mateus Solano. (Foto: Divulgação)

Continua depois da publicidade

Mateus Solano está de volta às novelas em “Pega Pega” na pele do milionário Eric. Apesar de ser o protagonista da trama, o personagem apresenta alguns traços de vilania, o que poderia classificá-lo como um tipo de “anti-herói”. Solano, no entanto, rejeita qualquer tipo de rótulo para os seus trabalhos. “Nunca caracterizei meus personagens como bom, mal, gay, gêmeo… Condições não definem ninguém. Todos eles são seres humanos acima de tudo e busco sempre essa humanidade”, declarou o ator em entrevista à revista “Minha Novela”.

Canta Comigo mostra ex de Drika Marinho e reação da peoa de A Fazenda desperta curiosidade

Continua depois da publicidade

A Fazenda 11: Diego detona Guilherme que está na roça: “Passou três dias dormindo, é uma planta”

+ Cid Moreira reaparece de maneira diferente e admite: “Não é fácil chegar em minha idade”

Continua depois da publicidade

Solano vê o seu trabalho atual semelhante ao papel que desempenhou em “Morde & Assopra” (2011), novela que seguiu o tradicional roteiro de folhetins das 19h com uma pegada mais cômica, mas que também apresentou personagens mais dramáticos. “A novela é divertida, mas o Eric não tem humor. É parecido com o Ícaro, de ‘Morde & Assopra’. Eu me via numa comédia e era o único que tinha que ficar sério, romântico, que sofria”, disse.

Mateus Solano renova contrato com a Globo

Continua depois da publicidade

O ator conta que o Eric priorizava o dinheiro ao invés dos sentimentos, mas após conhecer Luiza (Camila Queiroz), a ganância vem deixando de ser o seu ponto fraco. “O limite da ambição saudável é o outro. Tudo que você faz em benefício próprio passa do ponto quando esbarra no outro. O dinheiro em si não traz felicidade, mas ele compra muita coisa que leva a gente a lugares e estados. Normalmente, o dinheiro traz uma felicidade rasa”, afirmou.

Solano ainda revelou o que faria se possuísse o mesmo capital do seu personagem na atual trama das 19h: “Eu iria fazer um teatro para as comunidades carentes terem aulas. Um grande centro cultural, para lembrar para as pessoas que se a gente não tiver cultura não é ser humano”.

Continua depois da publicidade