(Divulgação: Globo)

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O ator Mateus Solano, responsável por interpretar o Zé Bonitinho no remake da “Escolinha do Professor Raimundo”, falou, em entrevista ao  “Folha de S. Paulo, que o elenco da atração virou uma turminha.

“Todo mundo celebrou — não só o Zé Bonitinho, mas os outros personagens. A gente virou uma turminha, mesmo. Em quatro dias [de gravação], a gente se amava como se tivesse feito o primário inteiro juntos”, comemorou.

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Fã do “perigote das mulheres” desde a infância, o artista contou ainda como foi sua preparação para dar vida ao icônico personagem de Jorge Loredo – morto em março deste ano, vítima de falência múltipla dos órgãos.

“Com muito estudo, fiquei duas semanas vendo o Jorge. Queria colocar o máximo de trejeitos que lembrassem a saudade e a identificação do público. E algumas frases, como “Zé Bonitinho, aquele que não é fio dental, mas vai fundo”, não quis deixar passar”, explicou.

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E concluiu: “A graça dele é atemporal. É infantil e ao mesmo tempo toca na sedução. Ele traz o ridículo do galã, daquele que conta muita vantagem. No final, o Zé Bonitinho não fica com nenhuma mulher”.

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