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LOS ANGELES (Reuters) – O médico pessoal de Michael Jackson, Conrad Murray, se declarou inocente da acusação de homicídio involuntário duas semanas após o início do julgamento por sua participação na morte do rei do pop, em 2009.

O juiz do caso agendou a data de 28 de março para o julgamento. Murray, que teve sua licença para exercer a medicina suspensa como condição para sua condicional, pode ser condenado a até quatro anos de prisão.

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Murray estava com Jackson quando ele morreu aos 50 anos em Los Angeles em 25 de junho de 2009. Segundo legistas, a causa da morte foi uma overdose do poderoso anestésico propofol e um coquetel de sedativos.

Murray enfrenta o julgamento após uma audiência preliminar de seis dias na qual testemunhas afirmaram que ele demorou em pedir ajuda na manhã da morte de Jackson, e que ele tentou esconder a evidência de propofol no quarto do cantor.

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Advogados de defesa do médico sugeriram que Jackson injetou a dose letal de propofol por conta própria. Ele usava a substância para dormir enquanto ensaiava para uma série de apresentações que marcaria seu retorno aos palcos em Londres.

(Reportagem de Steve Gorman)

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