Morre famoso e premiado jornalista da TV Globo e Brasil fica de luto com perda: "Um grande brasileiro"
Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.
Perda irreparável no jornalismo do país (Reprodução)
Jornalista da Globo morre devido complicações de um AVC
O famoso jornalista, escritor e cineasta Arnaldo Jabor faleceu na madrugada de uma terça-feira, 15 de fevereiro, aos 81 anos e deixou o país chocado com sua partida. Uma assumidade intelectual, sua perda é irreparável no meio do jornalismo e artístico do país.
Considerado um verdadeiro artista nato, Arnaldo Jabor estava internado desde o dia 17 de dezembro do ano passado no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, após sofrer um AVC (acidente vascular cerebral). As informações foram divulgadas em primeira mão pela Folha de S. Paulo.
De acordo com a família do jornalista, Arnaldo Jabor faleceu por volta da meia-noite, do dia 14 para 15 de fevereiro, em decorrência de complicações gravíssimas do AVC sofrido. No final de dezembro, o boletim médico apontou que o cineasta havia tido uma melhora progressiva do quadro neurológico e se encontrava em plena consciência.
Devido a gravidade de sua doença, Arnaldo Jabor não resistiu e, na manhã daquela terça-feira, a ex-mulher do jornalista, a senhora Villas Boas, declarou seus sentimentos. “Jabor virou estrela, minha filha perdeu o pai, e o Brasil perdeu um grande brasileiro”, disse emocionada.
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O cineasta e jornalista, Arnaldo Jabor, deixa sua única filha, Carolina Jabor, que também atua como diretora e produtora audiovisual, fruto do relacionamento com Villas Boas.
Arnaldo Jabor (Reprodução)
CARREIRA DE DESTAQUE PREMIADA
Arnaldo Jabor teve uma carreira brilhante dedicada ao cinema, à literatura e ao jornalismo. Em 1960, o jornalista fez parte do cinema novo, um movimento cinematográfico brasileiro que tinha como objetivo criticar a desigualdade social no país. Seu primeiro longa foi “A Opinião Pública” (1976).
No cinema, Arnaldo Jabor dirigiu sete longas, dois curtas e dois documentários. Além de ser cronista e jornalista. Como comentarista, se tornou ainda mais conhecido por suas críticas ácidas, bem humoradas e reflexivas nos telejornais da TV Globo desde 1990.
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Arnaldo Jabor dominava todas as áreas em seus comentários, fosse sobre política, cinema, filosofia e relacionamentos, ganhando sempre um espaço especial, fosse no “Jornal Nacional”, no “Jornal da Globo”, no “Jornal Hoje” ou no “Fantástico”.
Premiado, Arnaldo Jabor chegou a ganhar quatro condecorações: o Urso de Prata, no Festival de Berlim, por “Toda Nudez Será Castigada”, o Kikito de Ouro de Melhor Filme, no Festival de Gramado, também pelo mesmo filme, o Prêmio Especial do Júri, no Festival de Gramado, por “O Casamento e o Candango” de Melhor Filme e no Festival de Brasília, por “Tudo Bem”.
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