O jornal da Globo anunciou a morte do famoso ao Brasil

Nesta quarta-feira (21) de fevereiro, o Brasil foi surpreendido com uma trágica notícia que deixou a todos em choque. Acontece que um veículo da Globo confirmou o adeus de famoso após luta pela vida. 

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O fato é que, o portal G1, da Rede Globo, anunciou na manhã de hoje a morte de Affonso Celso Pastore, economista e ex-presidente do Banco Central do Brasil (BC). Ele faleceu em São Paulo, aos 84 anos de idade.

Vale lembrar que, o famoso estava internado no Hospital Albert Einstein desde o último final de semana, com problemas vasculares em uma de suas pernas.

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O velório do economista e às últimas homenagens serão prestadas nesta quarta-feira, das 13h às 17h, no Cemitério Morumby.

O famoso que foi diretor do Banco Central teve a morte confirmada por portal da Globo - Foto: Internet

O famoso que foi diretor do Banco Central teve a morte confirmada por portal da Globo – Foto: Internet

Após a perda, o Banco Central emitiu um comunicado e lamentou a morte de Pastore, enfatizando que o economista deixou uma marca profunda nos estudos de economia no Brasil.

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”Sua partida deixará uma lacuna no debate econômico brasileiro. Sempre manteve um diálogo generoso com o Banco Central, dando apoio inestimável às causas da instituição”, relatou o texto do BC.

Affonso Celso Pastore - Foto: Internet

Affonso Celso Pastore – Foto: Internet

Quem foi Affonso Celso Pastore?

Economista e colunista do jornal O Estado de São Paulo, o Pastore é de SP, nascido no dia (19) de junho de 1939. Ele concluiu sua graduação na Universidade de São Paulo no início dos anos 60 e ao finalizar o doutorado no fim da década em questão, quis estudar como a agricultura contribuiria para o desenvolvimento econômico do Brasil.

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O famoso deu início a vida pública em 1966, como assessor do então secretário da Fazenda do Estado de São Paulo, Antônio Delfim Neto. No ano seguinte, passou a fazer parte da equipe de assessores de Delfim quando ele se tornou ministro da Fazenda.

No Banco Central, Affonso assumiu a presidência entre os anos de 1983 e 1985, durante o governo Figueiredo, no fim do regime militar. Depois de sair do cargo, passou a ser conselheiro consultivo da Caterpillar do Brasil.

No fim de sua vida, o famoso que teve a morte confirmada pelo portal da Globo, se dedicou à consultoria A. C. Pastore e Associados, especializada em análises macroeconômicas aplicadas, onde também trabalha sua mulher, Maria Cristina Pinotti.