"Morreu nesta quarta": Jornal da Globo acaba de emitir comunicado com adeus de famoso após luta pela vida

Tv Foco mostra hoje atrizes brasileiras dos anos 1990 já chegaram aos 50 anos, mas continuam arrancando suspiros por onde passam.

21/02/2024 às 16:49 · Tempo de leitura: 3 minutos

Jornal da Globo acaba de emitir comunicado com adeus de famoso - Famoso: Internet

O jornal da Globo anunciou a morte do famoso ao Brasil

Nesta quarta-feira (21) de fevereiro, o Brasil foi surpreendido com uma trágica notícia que deixou a todos em choque. Acontece que um veículo da Globo confirmou o adeus de famoso após luta pela vida. 

O fato é que, o portal G1, da Rede Globo, anunciou na manhã de hoje a morte de Affonso Celso Pastore, economista e ex-presidente do Banco Central do Brasil (BC). Ele faleceu em São Paulo, aos 84 anos de idade.

Vale lembrar que, o famoso estava internado no Hospital Albert Einstein desde o último final de semana, com problemas vasculares em uma de suas pernas.

O velório do economista e às últimas homenagens serão prestadas nesta quarta-feira, das 13h às 17h, no Cemitério Morumby.

O famoso que foi diretor do Banco Central teve a morte confirmada por portal da Globo – Foto: Internet

Após a perda, o Banco Central emitiu um comunicado e lamentou a morte de Pastore, enfatizando que o economista deixou uma marca profunda nos estudos de economia no Brasil.

”Sua partida deixará uma lacuna no debate econômico brasileiro. Sempre manteve um diálogo generoso com o Banco Central, dando apoio inestimável às causas da instituição”, relatou o texto do BC.

Affonso Celso Pastore – Foto: Internet

Quem foi Affonso Celso Pastore?

Economista e colunista do jornal O Estado de São Paulo, o Pastore é de SP, nascido no dia (19) de junho de 1939. Ele concluiu sua graduação na Universidade de São Paulo no início dos anos 60 e ao finalizar o doutorado no fim da década em questão, quis estudar como a agricultura contribuiria para o desenvolvimento econômico do Brasil.

O famoso deu início a vida pública em 1966, como assessor do então secretário da Fazenda do Estado de São Paulo, Antônio Delfim Neto. No ano seguinte, passou a fazer parte da equipe de assessores de Delfim quando ele se tornou ministro da Fazenda.

No Banco Central, Affonso assumiu a presidência entre os anos de 1983 e 1985, durante o governo Figueiredo, no fim do regime militar. Depois de sair do cargo, passou a ser conselheiro consultivo da Caterpillar do Brasil.

No fim de sua vida, o famoso que teve a morte confirmada pelo portal da Globo, se dedicou à consultoria A. C. Pastore e Associados, especializada em análises macroeconômicas aplicadas, onde também trabalha sua mulher, Maria Cristina Pinotti.

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