“Morreu”: Jornal da Globo é paralisado com adeus de famoso aos 73 anos após não resistir ao câncer
A triste morte de famoso aos 73 anos, vítima de câncer. A notícia abalou todos aqueles que conheceram seu legado
Jornal da Globo é paralisado com adeus de famoso aos 73 anos - Montagem/TV FOCO
A triste morte de famoso aos 73 anos, vítima de câncer. A notícia abalou todos aqueles que conheceram seu legado
Morreu aos 73 anos, o ex-ministro Raul Jungmann, vítima de um câncer no pâncreas, no último domingo, 18. A notícia, no entanto, acabou sendo divulgada pelo Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM).
“O ex-ministro Raul Jungmann morreu neste domingo (18), em Brasília, aos 73 anos. A informação foi confirmada pelo Instituto Brasileiro de Mineração, instituição da qual era diretor-presidente desde 2022.”, disse o portal G1, da Globo.
O velório do ex-ministro, aliás, ocorre nesta segunda-feira, 19, no cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul. Ademais, o momento deu início às 15h30, sendo restrita para familiares e amigos.
Em suma, Jungmann lutava contra um câncer no pâncreas e acabou sendo internado em novembro de 2025. Ele recebeu alta em dezembro, mas voltou a ser internado no fim do mês e teve nova alta após o Ano Novo. Ele acabou sendo internado novamente neste sábado, 17, e não resistiu as complicações.
Nota do IBRAM
Em resumo, confirma a nota divulgada pela instituição: “Com imenso pesar, o Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) comunica o falecimento de Raul Belens Jungmann Pinto, diretor-presidente da instituição, ocorrido em 18 de janeiro de 2026, em Brasília. Em atenção a um desejo de Raul Jungmann, o velório ocorrerá em cerimônia reservada a familiares e amigos próximos.
Pernambucano, Raul Jungmann dedicou mais de cinco décadas à vida pública brasileira, atuando com integridade, espírito republicano e um compromisso inabalável com a democracia, o desenvolvimento sustentável e o diálogo.
Ao longo de sua trajetória, ocupou funções de grande relevância nacional, entre elas a presidência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).
Três mandatos como deputado federal e quatro ministérios – Política Fundiária, Desenvolvimento Agrário, Defesa e Segurança Pública.
Em 2022, assumiu a presidência do IBRAM, liderando uma importante agenda de transformação do setor mineral. Pautada pelos princípios ESG (Ambiental, Social e Governança) e pela defesa de uma mineração mais responsável e alinhada aos desafios do século XXI.
Continuação
Sob sua liderança, o IBRAM fortaleceu seu protagonismo institucional e seu compromisso com a legalidade, a sustentabilidade, a inovação e o papel estratégico dos minerais na transição energética global.
Jungmann será lembrado por sua competência, visão estratégica, capacidade de articulação e pelo legado de diálogo e ética que deixa não apenas na mineração, mas em toda a vida pública brasileira.
Para Ana Sanches, presidente do Conselho Diretor do IBRAM, Raul Jungmann foi um homem público de estatura singular, defensor firme da democracia e profundamente comprometido com o Brasil e com o interesse público. Segundo ela, à frente da Diretoria Executiva do Instituto, Jungmann conduziu a entidade por um período decisivo
Fortalecendo o IBRAM e beneficiando todo o setor mineral, período este marcado pelo diálogo, pela visão estratégica e pela integridade.
Seu legado constitui um marco na história do Brasil, do IBRAM e da indústria da mineração.
Neste momento de profunda tristeza, o IBRAM manifesta solidariedade à família, amigos e colegas de jornada, agradecendo por tudo que Raul Jungmann representou para o Brasil, ao setor mineral e ao Instituto.”
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